PAULA OLIVEIRA, BLOGUEIROS, MÍDIA: IRRESPONSABILIDADE E PARANÓIA

(ATUALIZADO TERÇA-FEIRA 18/02/2008 ÀS 17:30H)

Agora que as informações aparentam ser tão sólidas quanto uma boa apuração dos fatos assim o exige, vou completar esse post com o paradoxo que eu aponto na minha dissertação de mestrado (que disponibilizarei para download com licença Creative Commons assim que defendê-la em março).

Sabe-se que a mídia corporativa, sempre que possível, montará uma estratégia complexa de articulação entre diversos veículos do mesmo grupo e também junto a seus concorrentes. Em uma espécie de trégua momentânea, todos buscarão fazer uso da sua força a fim de defender seus interesses em comum (mas, acima de tudo, defenderão os interesses de seus patrocinadores graúdos).

Por mais que o jornalismo no Brasil feito por essa rede social de fortes relações políticas e econômicas (primeiro, seculares; e, desde a década de 1980, globais) seja predominantemente ruim ética e tecnicamente falando, também se sabe que eles não vão correr o risco de ter sua credibilidade – já bastante abalada – escorrer pelo ralo num passe de mágica. Isso posto, eles não podem ter sempre uma postura belicosa, sensacionalista ou cascateira. Então, mesmo que eles raramente investiguem a tudo e a todos como deveriam e mesmo que eles não prestem o serviço social que o direito à informação que nos é garantido pela Constituição de 1988 em tese os obrigue a prestar, até certo ponto, a paranóia morre aqui.

Por que a paranóia morre aqui? Porque a poeira baixou: agora, o problema é da polícia suíça e da família da moça, com uma assistência discreta do Itamaraty. Digo discreta porque não se trata de um risco à soberania nacional nem de um insulto diplomático mas, sim, de uma espécie de monitoramento do caso, de forma que o trauma da família seja minimizado até onde o papel do governo (que tem mais com o que se preocupar) deva ir.  Todo mundo ainda irá acompanhar alguns desdobramentos, mas o caso já está esfriando, pois a temporalidade dele como iniciador de discussões políticas, sociais e médicas está chegando ao fim. Sinceramente, eu jamais o colocaria em uma retrospectiva de 2009.

Alguém lembra da máxima de Tostines? O texto do simpático comercial da minha adolescência dizia “Tostines vende mais porque é fresquinho ou é fresquinho porque vende mais?”. Hoje, na era da midiatização (nós somos a mídia; a mídia está em tudo; o que não passa na mídia não existe e o espaço público de congraçamento e de protesto é mediado), o direcionamento é bem mais complexo:

A CREDIBILIDADE DA MÍDIA CORPORATIVA ESTÁ DIMINUINDO PORQUE OS BLOGS INDEPENDENTES FAZEM O QUE A MÍDIA DEVERIA FAZER MAS NÃO FAZ OU A CREDIBILIDADE DOS BLOGS INDEPENDENTES NÃO AUMENTA CONFORME O DESEJADO PORQUE ELES TAMBÉM NÃO FAZEM DIREITO O QUE DIZEM QUE A MÍDIA DEVERIA FAZER?

A crise de quem se acostumou a brincar de Deus cuspindo informação a esmo como se fosse o Big Brother de 1984 é inquestionável. Por outro lado, quem ainda não sabe usar adequadamente a técnica ora acessível que deixou de ser um segredo do jornalismo comercial também passa por uma crise. A crise do boi, que não sabe a força que tem.

O Brasil ainda não obteve grandes resultados políticos e sociais. no uso das TICs. Grandes resultados são aqueles que transformam pelo menos uma pequena dimensão do status quo de uma maneira tão significativa que passam a repercutir globalmente, servindo de exemplo para situações semelhantes existentes em outras culturas. E isso se deve ao fato de que a única referência dos blogs independentes é a própria mídia de massa (hegemônica ou não, competente ou não).

Defino essa falta de resultados consistentes a partir da blogosfera dita independente (sobretudo a de crítica política, econômica e midiática) a partir de uma parábola: se os blogs independentes são como crianças aprendendo a ler que precisam receber as primeiras lições de obrigação, compromisso, responsabilidade e ética e se os blogs são filhos do jornalismo tradicional, se essa criança seguir o exemplo do pai que chega em casa do trabalho e se atira no sofá pra assistir televisão, ela vai ser preguiçosa e não vai ajudar a sua mãe, nem dividir os brinquedos com seus irmãos. Ela só vai aprender depois que começar a conviver com outras crianças na escola.

O que quero dizer com isso? Que, assim como todo mundo tem vergonha de falar sobre sexo com os pais e acaba aprendendo mais sobre o assunto com seus amigos, é preciso ler mais blogs (blogs escritos pela gurizada, não necessariamente sobre política) do que jornais. É preciso twittar mais do que telefonar. É preciso ser menos verborrágico e menos personalista e atolar os posts de links. Mas, acima de tudo, é fundamental citar, mencionar, dar crédito e não apenas replicar o conteúdo publicado em outros blogs ou em sites de notícias: o que for apropriado de terceiros só faz sentido se for devidamente TRANSFORMADO, REVISTO e AMPLIADO para ser COMPARTILHADO.

A mídia de massa precisa da blogosfera independente e vice-versa, tanto como complemento como contraponto. A prova está no fato de que quase tudo o que os blogueiros usam como referência daquilo em que acreditam vem da grande mídia. Além disso, quando o gigantismo da estrutura dos veículos da mídia corporativa os impede de chegarem aos pormenores e aos indícios que só um blogueiro da comunidade ou profundo conhecedor de uma determinada questão bem pontual, também acabam recorrendo às mídias sociais.

Neste caso, os grandes e massivos deixam de dar créditos para os pequenos e colaborativos.

O jornalismo está se transformando rapidamente. Mas a revolução não será feita pelos jornalões, nem pelos contestadores dos jornalões que procedem como os jornalões. Anthony Giddens tem um conceito chamado DESENCAIXE. O que isso significa? Significa aquela sensação de desamparo e de angústia enfrentada por alguém criado sob uma determinada cultura, que fica totalmente perdido em meio a uma mudança de paradigma na sociedade.

___________________

Aumentei este post às 16:20h porque considerei necessário tentar solidificar mais os meus argumentos. Embora não se possa isolar a técnica da prática, pretendo analisar o que disponho até aqui pegando o jornalismo em si – aquele que gostaríamos de ver mais frequentemente na mídia corporativa brasileira.

Por enquanto, achei melhor deixar de lado a opinião e os grafismos (diagramação, edição de fotos, edição de vídeo). Apesar de eu ter uma boa noção prática e teórica de algumas das áreas do conhecimento destinadas à realização de uma análise séria, não posso querer dizer que sou um ganso quando é mais do que visível que eu sou apenas um pato. Por que essas exclusões? Porque a análise da opinião requer um estudo da análise do discurso  que não estou preparado nem disposto a fazer. Precisaríamos reunir professores de Letras, Psicologia, Sociologia, Semiótica e Filosofia em um esforço rápido e concentrado. Porém, não antes da pauta ter sido concluída. Os grafismos, por sua vez, são um trabalho técnico de fotógrafos, cinegrafistas e editores em geral (Jornalismo, Publicidade e Design) cuja observação requer domínio da Semiótica, a fim de estabelecermos relações sólidas entre significante e significado.

Em relação ao caso Paula Oliveira, fiquei preocupado com o que li em boa parte da blogosfera que se considera independente apenas por escrever de graça e por não ter motivos pessoais para atacar ou defender quem quer que seja. É absolutamente honesto deixar claro que todo mundo tem um lado. Porém, ainda não dispomos de subsídios suficientes para constatarmos se este é o caso ou não de ‘torcer’ para quem quer que seja. Dessa forma, me vejo obrigado a fazer algo que não gosto: fazer uma crítica contundente àqueles blogueiros (pagos ou não) que não estejam procedendo de maneira prudente ao emitirem seus juízos de valor. Minhas principais observações dos desdobramentos até o momento são as seguintes:

– Alguns atacaram/atacam/têm atacado/estão loucos pra atacar a mídia corporativa simplesmente por força do hábito. Tem gente que adora misturar alhos com bugalhos e enxergar pelo em ovo;

– Sendo comentaristas ultraconservadores de direita e baba-ovos do patrão ou de seus patrocinadores, certos ‘analistas’ (especializados em que, mesmo?!) podem até tentar associar o caso ao Governo Lula só pra inventar mais um motivo para atacá-lo. Mas este seria um ataque desesperado, infantil, irresponsável e descontextualizado que, ao contrário do ‘mensalão’ e do ‘caos aéreo’, representa um tipo de ataque muito pequeno e sem sentido. Partindo desse pressuposto, os comentaristas da mídia corporativa que optaram por essa linha, os ‘caga-regras’ e os chutadores de plantão devem ser todos ignorados enquanto o caso não for devidamente esclarecido;

– Por enquanto, as notícias divulgadas são o que são: todas divergentes e inconclusas. Ainda não vi nenhum veículo brigar com a notícia – até porque ainda não houve nenhuma confirmação de nada. Como está cada vez mais difícil dar uma conotação política, sociológica e econômica coerente ao caso, os manda-chuvas da mídia corporativa e seus patrocinadores graúdos ainda não estão podendo conduzir seus subordinados na direção de sua preferência. Por enquanto, os grandes veículos se veem forçados a procurar praticar um jornalismo mais correto, a partir da exploração da sucessão dos relatos assim como eles tem chegado através das entrevistas ora disponíveis;

– O grande erro da mídia corporativa no caso Paula Oliveira refere-se ao sensacionalismo policialesco pra vender mais. Não vejo nenhum motivo para supervalorizar um caso isolado ocorrido no exterior só porque envolvia uma cidadã brasileira. Quando não conseguem enfiar uma conotação política, procuram explorar o fato mercadologicamente através da sua superexposição. Até aí, nada de novo, pois eles são sustentados por uma estrutura que torna essa prática normal, embora eticamente questionável;

– Vou insistir nessa tecla: ainda não se pode tomar partido algum: houve mesmo ataque de skinheads? A moça foi mesmo agredida ou ela tem problemas emocionais sérios? A polícia suíça está escondendo algo? Por que? Há depoimentos de pessoas que confiam e desconfiam dos dois lados. De maneira geral, todos com argumentos totalmente lógicos;

– Desde o momento em que publiquei este post pela primeira vez (aproximadamente 11:45h de 17/02/2009) e até agora (16:20h), pouco mudou: ainda vejo o ato de tomar partido como uma postura completamente irresponsável, que não passa de uma frágil tentativa de defender o que ainda não pediu pra ser defendido ou de atacar o que ainda não forneceu subsídios suficientes para ser atacado;

Essa postura irresponsável de alguns blogueiros (não da maioria) tira toda a credibilidade de seus blogs (no frigir dos ovos, não importa muito se sejam partidarizados ou não, pois é uma questão de atenção àquilo que se quer transmitir aos internautas), que perdem todos os argumentos para criticar a mídia corporativa. Tornam-se motivo de chacota dentro das redações e também no setor de advocacia, que é tão conservador e crítico em relação à mídia corporativa como também se aproveita dela e serve-lhe de escudo quando bem interessar. Essa irresponsabilidade, essa “torcida” (seja pela Paula, seja pelo  Governo Lula, seja pela polícia ou pela psiquiatria daqui ou da Suíça), reforça a posição daqueles que defendem ardorosamente o diploma de jornalista.

Parênteses: muitos de meus colegas mestrandos e doutorandos e alguns de meus professores vão querer me matar, mas eu ainda não consegui ser convencido do valor desse papel timbrado. Primeiro, porque o sindicalismo enfraqueceu; segundo, porque quase todo veículo aceita praticamente qualquer um pra emitir opinião na ‘grande mídia’;

Como se tudo isso não bastasse, o pior não é isso: o pior de tudo é o fato de alguns desses blogueiros independentes estarem oferecendo o seu próprio pescoço tracejado com caneta hidrocor e besuntado com graxa como uma oferta generosa para poupar trabalho a seus algozes.

Portanto, a guilhotina sempre afiada dos blogueiros da mídia corporativa pitbull está recebendo de bandeja exatamente aquilo que eles mais queriam: argumentos verdadeiramente plausíveis e racionais  para ajudar a reforçar a imagem de marca dos veículos para os quais trabalham. Se é para estabelecer um embate sistemático contra as práticas jornalísticas dos grupos hegemônicos e se o procedimento destes em relação aos blogueiros independentes também busca o predomínio da disputa ao invés da colaboração, então alguns estão dando um tiro no pé.

Sejamos coerentes: opinar, todo mundo pode. Afinal de contas, vivemos em uma suposta democracia e em um país cuja retórica política, jurídica e midiática 0 considera “livre”. Todavia, os blogueiros independentes estão cometendo o gravíssimo erro de realizarem uma das práticas mais condenáveis do jornalismo: opinar à Bangu e dar uma de donos da verdade sem apurar os fatos e sem que eles mesmos tenham contato com os dois lados.

Bem… Se não são ou se não pretendem agir como jornalistas e se não há tempo e dinheiro disponíveis para telefonar, mandar e-mail, ou chamar no Skype (ou, na hipótese mais remota, ir até a Suíça e, aqui no Brasil, até a cidade onde a família da moça mora), então esses blogueiros estão fazendo um JORNALISMO DE GABINETE tão desprezível quanto o dos chamados pitblogueiros da mídia corporativa. Em outras palavras, estão emitindo juízos de valor a partir de fatos que não foram checados nem por eles, nem por fontes comprovadamente críveis. É o efeito contrário daquilo que mais criticam nas práticas jornalísticas voltadas à indústria do entretenimento, do consumismo e da adesão às bandeiras levantadas pela oligarquia.

Quer defender a moça? Quer defender o Governo Lula? Quer defender a polícia e os médicos da Suíça? ENTÃO, AGUARDA POR INFORMAÇÕES MAIS CONSISTENTES.

Que fique bem claro: os blogs cuja posição neste caso resolvi citar não estão entre os que eu considerei irresponsáveis. Por enquanto, o BLOG DO MELLO está sendo um dos raros blogs independentes que opina e informa com maior parcimônia a respeito do assunto. Apesar de gostar muito do que EDUARDO GUIMARÃES escreve sobre a política e a economia na América Latina e de boa parte de suas críticas bem fundamentadas sobre a mídia corporativa, achei precipitada a sua tomada de partido. Em relação ao que li do CRISTÓVÃO FEIL, tendo em vista o predomínio da PERFUMARIA e da CASCATA nas redações tradicionais, o cérebro dos bons jornalistas que aceitaram submeter-se a esse sistema tem sido cada vez mais subutilizado, por razões que todos conhecemos muito bem. Na busca de um ‘furo’, qualquer fato (mesmo incompleto) costuma ser noticiado com sensacionalismo e precipitação por causa da natureza dinheirista dos meios tradicionais. Até aí, não dá pra saber se a Globo quis ferrar Lula provocando uma crise diplomática, visto que o caso Jean Charles (que considero muito mais sério e complexo do que o da Paula) seria muito mais fácil de explorar com uma intenção ‘malévola’ sobre o nosso governo e isso não aconteceu.

Num encontro entre vários blogueiros gaúchos que tivemos no início de dezembro, o  representante do blog CELEUMA (formado por jornalistas) declarou algo que me marcou bastante e que se encaixa perfeitamente nesse caso: a palavra-chave é PARANÓIA:

“[…] Observa muito, lê muito todos os jornais todos os dias, liga um pro outro dizendo ‘Tu viu na página 27 a notinha, no canto esquerdo [ali, assim, assado]? É meio paranóica, assim, a coisa […] Tem a coisa da paranóia, né (dessa corrente que eu falei dos [incômodos, perseguições, etc]? A paranóia também [deve] alimentar a paranóia do outro lado, entende? Mas, então, criar isso que a gente chama de… Que a gente chama, não: isso, na verdade tem um nome. Mas fazer essa… Aquilo que se chama de ‘guerrilha psíquica’. Criar essa paranóia, que até expressa muito desse troço da mitologia: ‘Daonde vem isso?’, ‘Quem é que tá falando isso?’, ‘Que organização é essa?’ […]”

A grande lição que fica para quem se emocionou demais e foi impulsivo na hora de blogar sobre o lamentável estado da moça é a seguinte: opinar com base em uma cadeia hierárquica de quatro níveis ou mais é acreditar em ‘telefone sem fio’ – aquela brincadeira na qual, invariavelmente, QUEM CONTA UM CONTO AUMENTA UM PONTO.

Portanto, MUITA CALMA NESSA HORA, pois este mundo repleto de informações atravessadas e sobrepostas (muitas delas socialmente irrelevantes ou de péssima qualidade técnica) alimenta e é alimentado pela paranóia.

Encerro este longo texto com a seguinte pergunta:

– DIANTE DESSE SURTO DE PARANÓIA MIDIÁTICA, SERÁ QUE A GENTE SABE DISTINGUIR POR QUAIS TIPOS DE FATO E DE SUAS DIVERSAS ABORDAGENS VALE A PENA QUEIMARMOS NOSSAS ENERGIAS (SEJA PARA DEFENDERMOS OU SEJA PARA ATACARMOS ALGUÉM OU ALGUMA COISA) APENAS EM NOME DAS BANDEIRAS QUE DEFENDEMOS PARA A SOCIEDADE?

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6 comentários em “PAULA OLIVEIRA, BLOGUEIROS, MÍDIA: IRRESPONSABILIDADE E PARANÓIA
  1. Nei Duclós disse:

    Informações consistentes: as cicatrizes; o sangramento; a internação hospitalar; o testemunho do pai; o primeiro testemunho da vítima. Informações inconsistentes: a auto-flagelação em troca de 200 merreca (preço de muma cirurgia plástica para corrigir as cicatrizes); a acusação sem provas da polícia suíça; a confissão não comprovada. Resultado: a polícia falou, todo mundo deu para trás. Deixaram Paula falando sozinha. Para uma vítiama acuada, é fácil assinar uma confissão falsa. Ou esqueceram como funciona uma ditadura? É preciso abandonar o tom de pastor catequizando o gentio como se jornalismo fosse um fundamentalismo. Das fontes disponíveis, confio em Paula. Mas tem gente que gosta de porta-vozes policiais que colocam a culpa na vítima.

  2. Valdir,

    Obrigado pelas tuas palavras! :)

    Como podes ver, o texto foi ampliado em função do desfecho do assunto com uma nova análise.

    Ficou longo, mas não poderia pôr em um post diferente.

    []’s,
    Hélio

  3. […] o diploma de jornalista. Como se tudo isso não bastasse, … Veja o post completo clicando aqui. Post indexado de: […]

  4. Valdir disse:

    Caro Hélio. Perfeita a sua colocação. Parabéns!

  5. claudia cardoso disse:

    Este assunto me interessa particularmente, mas aguardo mais detalhes sobre o fato ocorrido na Suíça para me manifestar.

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