A LONGA DINASTIA FOGAÇA E FORTUNATTI

2 comentários sobre “A LONGA DINASTIA FOGAÇA E FORTUNATTI”

  1. Nem prozac e nem exílio, a política gaúcha, desde a ditadura de Vargas, tem uma prática pendular. É inegável que nos últimos tempos o pêndulo tem dificuldade para se deslocar, mas o futuro é incerto.

    Sugiro, modestamente, a leitura de um clássico da ciência política:
    PRZEWORSKI, Adam (1984). “Ama a Incerteza e Serás um Democrata. In: Novos Estudos Cebrap”, NO. 9, pp. 36-56.

  2. Hélio, o fato de eu gostar bastante do inverno, há um ano atrás, faria com que eu escolhesse sem pestanejar a opção “prozac”.
    Mas ultimamente, nem inverno, nem Grêmio tem sido suficientes para impedir que eu opte por “exílio”. Que seja para fora do país – adoraria morar na Argentina – ou em alguma outra cidade brasileira, mesmo que de clima quente, mas com gente menos reacionária que Porto Alegre.
    E o exílio fará muito mais bem para minha saúde: prozac vicia, e poluição mata.

    Abraços,
    Rodrigo

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