ARENA: FIM DO GRÊMIO COMO CLUBE É CULPA DO CONSELHO

14 comentários sobre “ARENA: FIM DO GRÊMIO COMO CLUBE É CULPA DO CONSELHO”

  1. Precisamos sim de modernização, quanto o olímpico dá de prejuízo ao clube por ano? Quantos dias de renda temos? Alguem ja fez esse levantamento? Se ouvíssemos sempre essas pessoas nem o olimpico teríamos construído, porque não teria dinheiro pra fazer time, se a arena é o fim do clube porque outros clubes brasileiro estão copiando o grêmio, parece aqueles vendedores de redes que dizem que os grandes mercados vão fechar, engraçado que neste ano foi o segmento comercial que mais cresceu, parece choro vermelho que terá uma área comercial seis vezes menor que a arena, tem alguém que nunca foi ao shoping, ou que nunca precisou de hotel? Deve ter! Parabéns pela coragem de crescer de se modernizar, o projeto só é valioso porque tem o nome do grêmio quem vai tirar o nome do grêmio pra desvalorizar, do outro lado só ganharam título fora do país porque teve um empresário com visão de futuro e empreendedor que todos sabemos , que teve a coragem de montar um time e usar uma insttituição respeitada ainda, e alguém lembra desse detalhe? não só lembram que ganharam tudo mas esqueceram como foi.

  2. Caro Hélio, estava pesquizando um texto do Prof. Salvo e casualmente acesso a tua página da internet. Tardiamente. Mas,como gremista e sócio do Grêmio (ainda glorioso e imortal), concordo plenamente com tuas observações. Não preciso dizer mais nada. Espero que as nossas preocupações não se materializem. O sonho não pode acabar. Não é verdade. Saudações tricolores.

  3. parabens pela opiniao corajosa. enfim um lucido conversando sobre o assunto Arena, pois o resto se esconde.
    quando a arena preis explodir, todos vao dizer que eram contra, mas agora ficam em cima do muro e tem medo de enfrentar a torcida apaixonada e sem informação.
    pois que se informa tem certeza que o negocio é ruim mesmo.

  4. Cláudio,

    Nem apelação, nem baixo nível: é o temor de quem lida com dinheiro de maneira consciente.

    Um processo por debaixo dos panos como o desta parceria com as suspeitíssimas TBZ e OAS e com um pequeníssimo banco português (que depois saiu da jogada para a entrada do Santander) repete a mesmíssima lógica da parceria com a ISL, na qual o parceiro pode quase tudo e o clube não pode quase nada.

    Se eu estiver enganado, aplaudo, ponho a minha viola no saco e todos seremos felizes para sempre.

    []’s,
    Hélio

  5. Caro Cláudio,

    Infelizmente, não existe a menor possibilidade de eu concordar com opiniões como a tua, pois ela é completamente desprovida de dados científicos.

    comprovados na economia (na micro, que é a que precisa crescer e não a macro, que é de exportação de commodities e da concentração da monocultura, do latifúndio e dos meios de comunicação sob a forma de um perigoso pensamento único, aceito sem debate nem discussão), na política (empresários e políticos desonestos) e na sociedade (déficit habitacional, sobretudo).

    Não existe atraso ou progresso. Não no modo de produção capitalista, que se reinventa sempre com o intuito de manter o status quo nas mãos de oligarquias e de aumentar a exclusão. Considerar algo como atraso ou como progresso quando existe corrupção, monopólio, burocracia e uma falsa democracia é contribuir para a insustentabilidade de Porto Alegre, hoje a pior capital pra se viver de Belo Horizonte para baixo.

    Portanto, se a gestão anterior do GRÊMIO contou com políticos e funcionários públicos vergonhosamente em investigação (alguns já foram processados) e com empresas clientelistas que financiam campanhas para escapar de licitações para pôr o preço que quiserem elevando as tarifas de serviços, não há como não temer pelo futuro do clube à medida que os parceiros escolhidos são definitivamente desonestos como, por exemplo, Odebrecht, OAS, o pequeno banco português e a TBZ.

    O modelo do novo estádio na área do Olímpico proposto pelos arquitetos da equipe de Plínio Almeida não é megalomaníaco, respeita o Plano Diretor (prédios de 68m a 72m no Humaitá e na Azenha; outros, um pouco mais baixos mas não menos grotescos na Cidade Baixa, no Menino Deus e em Petrópolis) e, acima de tudo, mantém o patrimônio nas mãos do clube.

    []’s,
    Hélio

  6. Será que conseguiremos parar essa patrola como foi com Britto? Faço votos que sim, mas tenho um certo ceticismo. O Britto produziu muitos inimigos políticos e agora tem muita grana em jogo. Esse jogo é muito mais pesado.

    Hélio, se entendi bem o Imortal vira um tipo de marca, como o Nike. No Brasil o estádio identifica o clube é um espaço de interação dos torcedores. Tirar o estádio é acabar com essa troca entre os torcedores, surge então uma nova situação como marca, um produto. Não seria um passo para vender a marca? Pode ser uma loucura, mas o caminho fica aberto. Afinal quem é o dono da marca?

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