GRÊMIO: BALANÇO 2008

não foi à toa que ROTH evitou utilizá-lo tanto quanto possivel

Na primeira postagem, usei uma ironia e algumas palavras ofensivas por estar de sangue quente logo ao final do jogo. Minha Lu leu o post e considerou que ninguém gostaria de ler algo sobre si dessa forma. Em respeito aos jogadores (e pensando que algum aluno poderia escrever sobre mim mais ou menos na mesma linha), revisei algumas partes. Mas a essência da minha opinião não foi alterada, certo? ;)

O GRÊMIO NÃO VAI SAIR CAMPEÃO. ESQUEÇAM. Já havia dito em várias oportunidades que o nosso plantel é extremamente limitado e que, apesar de tudo o que se dizia do técnico CELSO ROTH, ele fez milagre com esse plantel de qualidade média 4.

Estaria eu desvalorizando o plantel e supervalorizando o técnico?! Não, considero que não. Como sou muito exigente, o melhor time do país, o tricampeão SÃO PAULO, que possui o melhor técnico da década no país e que foi o menos irregular, superou-se e também contou com a sorte de seus principais oponentes terem rateado feio justamente no 2º turno, terminará o ano com a melhor defesa, o melhor ataque e com a maior série invicta do campeonato. Cresceu na hora certa, mesmo com um plantel inferior ao dos anos anteriores. Mesmo assim, é um plantel nota 5,5.

Sou totalmente contrário à política de “terra arrasada”. Também reconheço a importância dos bons momentos que nos trouxeram até os 52′ da antepenúltima rodada do BRASILEIRÃO ainda com chances de título. Todavia, o que mais me deixou preocupado com a forma do TRICOLOR DOS PAMPAS ter entregado o caneco foi a falta de coragem, de iniciativa, de força física e de superação. Em termos de falta de cojones, nosso plantel padece de uma baixa auto-estima semelhante à do claudicante BOTAFOGO. Ao invés de xingar todo mundo, uma mudança de fotografia CRITERIOSA faz-se mais do que necessária.

Pensando nesses termos, em um ano no qual jamais se esperava que o GRÊMIO pudesse concorrer a algo melhor do que a SUL-AMERICANA e que, antes do certame começar, muitos diziam que seríamos candidatos ao rebaixamento, diante dos revezes do primeiro quadrimestre, pode-se dizer que o trabalho foi amplamente exitoso. Com uma folha de pagamento equivalente a apenas 1/3 da folha do tricampeão SPFC e talvez até mais baixa do que a dos fragários e do time do PROFESSOR DOUTOR, do URUBU e da RAPOSA, chegar aonde o GRÊMIO pode chegar (do 2º ao 5º lugar), com ou sem título, com ou sem vaga na LIBERTADORES, foi feito o máximo em função da estrutura disponível. Todavia, de agora em diante, deve-se considerar seriamente a possibilidade de dar um passo além daquele que foi dado em 2008.

Já havia cansado de falar sobre as posições carentes tanto na titularidade como na reserva. Portanto, minha avaliação estritamente pessoal baseada na opinião de alguém que foi a quase todos os jogos no OLÍMPICO neste ano (só perdi o jogo contra o Sapucaiense) refere-se à temporada como um todo e não a esse momento de decadência física, técnica e emocional do 2º turno:

VICTOR: foi o principal responsável pelo fato de o GRÊMIO ter chegado tão longe: ele salvou o time muito mais do que todos os homens que atuaram na zaga, nas laterais e como centromédios. Isso prova não apenas a sua excelência e a sua importância para o grupo, mas também a certeza de que a nossa zaga não foi tão bem nem mesmo quando atuou no auge da forma física e técnica e antes da série de lesões e suspensões. Afinal de contas, o goleiro segurou o rojão de um time tão fraco tecnicamente que não conseguia superar seus adversários com mais tempo de posse de bola.

SOUZA: errou muitas cobranças de escanteio; levou um monte de bolas nas cotas; tentou resolver vários jogos trocando de posição a la loca no desespero; arrisca de fora da área menos do que arriscava no SPFC; nunca jogou com a camisa do GRÊMIO mais do que 30% do que jogava pelo tricampeão SÃO PAULO. Como atenuante, na pá de cal de hoje, fez um golaço de falta quando não adiantava mais nada e foi acintosamente caçado dentro de campo – inclusive levou uma solada na anca esquerda, que o colorado BATISTA disse não ter sido nada. Jogador muito caro que, às vezes, fala demais e motiva os adversários com suas palavras. Como disse o amigo André, de Rio Grande, ele pode render um bom futebol caso passe por uma pré-temporada. Vamos torcer e esperar.

RÉVER: no afã de ajudar, seguidamente atuou fora de posição dentro das partidas em que o Grêmio esteve pior. Mesmo assim, é bom e inteligente.

JEAN: Duas ou três boas partidas foram a exceção. A regra é entregar boas fáceis e ficar nervoso demais quando o panorama não está a seu favor. Emocionalmente instável e sem paciência para esperar a sua vez, creio que também possa render mais após uma pré-temporada.

AMARAL: a atuação dos três zagueiros e as borboleteadas de Souza comprometeram a defesa tricolor desde o início do Brasileirão. Sua expulsão, talvez rigorosa demais e apitada pelos jogadores do VITÓRIA e não pelo costumeiramente péssimo (pra não dizer outra coisa) HEBER ROBERTO LOPES, não pode ser usada como justificativa para a goleada sofrida no Barradão, já que ele foi o único boi corneta que deu condição regular ao autor do segundo gol do rubro-negro da Boa Terra. A exemplo de Jean, também teve apenas uma ou duas atuações decentes com a camisa do Grêmio. Seja como zagueiro, seja como volante, no máximo a reserva.. Mesmo sendo um bom caráter e obediente, talvez ele seja pouco para o clube.

HÉLDER: o de sempre. Erra passes em demasia, não tem velocidade, deixa uma avenida para o lado direito do ataque adversário. Parecia ter aprendido a manter-se na posição correta, mas ele sempre tem recaídas. Não sei se pode crescer o suficiente.

RAFAEL CARIOCA: forte, pouco faltoso, inteligente, disciplinado, de futuro muito promissor. Devido à sua juventude, nos piores momentos, mostrou-se desesperado e perdido. Bom jogador, porém peca pela inexperiência no momento decisivo. Fica e permanece como titular. Tem tudo pra aprender com os próprios erros e fazer um 2009 mais regular do que 2008. Mas precisa de um parceiro de personalidade, liderança e vigor a seu lado para crescer mais.

WILLIAN MAGRÃO: parece perder a vontade de jogar quando o time está mal. Como virtude, dribla e chega com facilidade tanto na cara do gol como na linha de fundo. Contudo, o último lance é quase sempre falho: cruza e conclui normalmente com muito mais erros do que acertos. Isso não se aprende com o tempo: ele funcionou bem apenas enquanto os veteranos do time conseguiram compensar as suas deficiências. Caso não evolua e apareça algum interessado por mais de €3 milhões, acho que a perda não será significativa.

TCHECO: não possui mais aquela força física, desanima-se com facilidade sob situações adversas, mas é um bom líder, inteligente e bem articulado. Porém, não é meia de ligação. Embora prenda bem a bola e auxilie com muita boa vontade na marcação, não possui qualidade para acelerar o jogo. Em outro momento, seria um bom banco e nada mais. Hoje, na atual penúria do futebol brasileiro, é tido como peça importante para a maioria dos clubes da atual Série A. Mesmo assim, gosto de sua presença.

REINALDO: infelizmente, lesionou-se muitas vezes. Gente boa, jogador razoável, teve azar de ir para o estaleiro justamente quando começava a se destacar nos contra-ataques em velocidade. Também fica. Um dos poucos atacantes do plantel de 2008 que eu manteria no Grêmio – mas como reserva.

MARCEL: sob a orientação de técnicos bem diferentes; administrado por diretores de futebol como perfis bem diferentes e integrando plantéis também diferentes, o centroavante mostrou lentidão, excesso de erros nas conclusões e fez um número muito baixo de gols para um time que luta pelo título. De vez em quando, até consegue aproveitar uma bola parada ou outra, mas não é e nem nunca foi um exímio cabeceador, apesar do seu tamanho avantajado. Pouco útil – não por falta de chances.

PAULO SÉRGIO, FELIPE MATTIONE, ÂNDERSON PICO, HÉLDER: nenhum deles é suficientemente bom para um grande clube como o Grêmio. É impossível ser campeão sem laterais competentes. Talvez eu ficasse com o Mattione para banco e exigisse do técnico (ROTH ou qualquer outro) testá-lo como atacante aberto pela direita desde que tivesse um centroavante mais eficiente do que os que estão aí. Mas com prazo de validade até a janela de julho.

LÉO, PEREIRA e HÉVERTON: titulares e mais confiáveis do que seus substitutos.  A ausência deles e a queda de produção vertiginosa dos centromédios foram fatores determinantes para a degringolada do 2º turno.

ORTEMAN: a segunda maior decepção da temporada, logo depois de Souza. Lento, especialista em errar passes fáceis e entregar contra-ataques, foi responsável direto por falhas que resultaram em pelo menos duas derrotas para adversários bisonhos. Normalmente, as falhas são coletivas. Porém, no caso do uruguaio, seus erros individuais foram muito gritantes.

ANDRÉ LUÍS: não adianta ter velocidade se não tem força nem malandragem. Não prende a bola na frente tanto quanto precisaria saber fazer, costuma cruzar mal e concluir pior ainda.

PEREA: não adianta reclamar que quer ir embora porque não foi relacionado se nem para a seleção da Colômbia tem sido mais convocado. Ele voltou de lesão errando mais. Decaiu mais pelos seus erros do que pelas deficiências coletivas.

MORALES: pouco aproveitado, demora muito tempo para recuperar-se fisicamente de lesão. Porém, me parece melhor do que Marcel, André Luís e Perea. Caso não esteja bichado, pode ser um bom reserva junto com Reinaldo.

MAKELELE: pode ser útil, apesar de pequenino. Uma das maiores falhas de ROTH creio que tenha sido o subaproveitamento desse centromédio.

RUDINEI e todos os outros jogadores que esqueci de listar, exceto os goleiros reservas acho que encerraram definitivamente o seu ciclo no clube.

CELSO ROTH: mais acertos do que erros. Excelente nas entrevistas, foi o técnico mais honesto e observador do seu próprio time dentro do campeonato. Fez a crítica do próprio plantel em várias oportunidades sem jamais desvalorizar os jogadores. Só há duas formas de sabermos se ele é o que a maioria dos gremistas precipitados, passionais e impacientes pensa que é ou se ele é o que eu penso que é: a) Se o Grêmio pode crescer ou não com outro técnico no comando mantendo a mesma base de 2008; b) Se ROTH fizer o Grêmio crescer vertiginosamente com uma mudança de fotografia baseada em jogadores predominantemente indicados por ele.

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Publicado em ATIVISTAS
5 comentários em “GRÊMIO: BALANÇO 2008
  1. Guga,

    Eu considero análises passionais e contra-producentes quando, mesmo sabendo que o técnico não será trocado, a torcida o vaie quando o alto-falante anuncia o nome dele. E que esqueçam rapidamente o exagero de lesões e suspensões do 2º turno, além da enorme diferença entre os titulares e os reservas.

    Aí, quando se monta um grupo muito desparelho e sem titulares nem reservas em posições-chave, duvido que um consagrado e controvertido treinador de clube pequeno em situação média como Hélio dos Anjos ou como o melhor técnico do mundo na atualidade, Felipão, dêem conta disso.

    Eu não ganho um centavo e sequer conheço pessoalmente o Celso Roth. Mas considero ele um cara sério e estudioso. Ele tem lá os seus ranços, mas de um detalhe importante ninguém se deu conta: os auxiliares técnicos do Roth são bem melhores do que os do Mano. Se o cara trabalha em equipe e essa equipe pode ser melhor do que ele, não seria nenhum absurdo trocar de técnico e o novo errar mais do que o Roth porque tem auxiliares menos competentes como observadores táticos ou estatísticos.

    A convicção do Roth existe. Do contrário, seja para o bem, seja para o mal, a maioria das pessoas que sentam ali perto do bar antigo atrás da goleira da Carlos Barbosa não acertariam pelo menos 80% das substituições dele.

    Como eu disse, o contra-ataque é virtude de laterais velozes e bons cruzadores e de volantes firmes que levam poucos cartões e sabem dar pelo menos o primeiro passe com qualidade. Pega todos os laterais do Grêmio: desde o Gauchão, senti que nenhum deles seria o suficiente. E o incensado Felipe Mattione teve várias chances.

    Desde o Mancini, que agradou por ser corajoso, ofensivista e por ter peitado o Pelaipe, era só observar: mesmo invicto, o Grêmio levava horrores de bolas nas costas. E não era do São Paulo: era do Sapucaiense, do Novo Hamburgo, do Santa Cruz.

    Sem o Rafael Carioca (bom) e o Willian Magrão (limitado), fora alguns rompantes do Makelele quando entrava no 2º tempo pra prender e roubar a bola, o que é que o Mancini e o Roth poderiam tirar de leite do Amaral, do Rudinei e de outros menos votados?

    Na falta de um meia de ligação capaz de acelerar o jogo, tu não tem posse de bola nem domínio territorial sobre ninguém.

    Aí, começaram as lesões, as suspensões e o estado anímico de um plantel cheio de guris verdes e mais alguns veteranos de times médios com poucas conquistas degringolou.

    Com isso, o técnico tenta, tenta, tenta e, quando parece que a coisa vai engrenar novamente, o receio e a falta de confiança se tornam mais fortes do que a chance que o boleiro tá recebendo no time.

    Eu até achei que o Grêmio segurou demais essa boa posição e que poderia estar morto na briga por uma vaga à Libertadores desde um mês atrás.

    Anos atrás, eu dizia que queria ver o Grêmio com uma filosofia de grupo diferente da velha mística da “imortalidade”. Sem nenhuma frescura e sem gastar o que não tem, mas definindo algumas diretrizes, independentemente de quem seja o presidente, o diretor de futebol ou o técnico.

    Por exemplo: pode haver ruindade, mas nunca sem velocidade nas laterais e sem uma certa eficiência dos atacantes. Pode até vir alguém do interior de SP, do RS ou do NE, se for o caso. O importante é ter coragem de arriscar.

    O resto sempre se ajeita, pois o futebol está muito parelho – nivelado por baixo.

    Eu espero um 2009 melhor. Por um lado, Deus escreveu certo por linhas tortas. Primeiro, porque resgatou a comunhão da torcida com o time, perdida no 1º quadrimestre; segundo, porque não nos deu um título com um plantel extremamente desequilibrado – o que faria com que todos se enganassem em relação à expectativa futura.

    DÁ-LHE!!! :D

    []’s,
    Hélio

  2. Guga Türck disse:

    “Só há duas formas de sabermos se ele é o que a maioria dos gremistas precipitados, passionais e impacientes pensa que é ou se ele é o que eu penso que é(…)”

    Quer dizer que se eu disser que o Roth é o responsável pelo nosso insucesso eu serei precipitado, passional e impaciente? Hmmm, interessante…

    Assisti a 99% dos jogos do Tricolor este ano. 100% no Olímpico e ainda no Jaconi. Percebi um treinador que não tem convicção, sem concepção de futebol formada, bom pra arrumar a casa, mas péssimo pra continuar trabalhando, porque daí passam a surgir com muita força os seus vícios, as suas rusgas no vestiário.

    Percebi um treinador que não mexe no time quando embesta com alguma crítica, que transforma jogadores em titulares e que, poucos jogos depois, os relega inclusive da concentração. Um treinador que inventou posicionamentos absurdos para jogadores que não tinham a menor condição de sequer jogar em seu local de origem. E isso nos custou classificações – quer dizer, as suas decisões, não a qualidade do plantel.

    E o mais impressionante, no meu ponto-de-vista, é que Roth se tornou um treinador que tem a marca de fazer o time voltar sempre pior no segundo tempo. Meu pai me dizia ontem: “Agora é ir pra cima, estamos melhor que o Vitória, e o São Paulo pode até vencer se continuarmos assim…”. Ao que eu respondi: “Calma, não esquece que sempre voltamos pior no segundo tempo”. Infelizmente.

    Mas o Roth tem méritos?
    Claro que tem! Principalmente na primeira metade do Brasileirão. Mas, para mim, há mais deméritos. Perder uma diferença de 12 pontos e ficar 5 atrás (ou seja, 17 pontos!) é uma péssima marca e demonstra desequilíbrio no padrão de jogo do time (bem aquilo que se tem visto dentro de campo neste segundo turno).

    Ainda assim, acho que o ano é positivo para o Grêmio. Fechamos uma bela base para 2009, a começar pelo excepcional Victor, este sim o grande responsável pelo nosso até o momento vice-campeonato. Não fosse ele, teríamos bailado em casa para o Ipatinga, Vitória, Portuguesa e interzinho.

    Aí, então, resta outra pergunta, fosse outro o goleiro, tendo, então, esses resultados positivos se tornado negativos e a nossa realidade sendo mais condizente com a do 10º colocado, será que o blogueiro defenderia tão arduamente o treinador? Será que chamaria aqueles contrários de passionais, desprovidos de razão?

    Cuidado, amigo Hélio. Generalizar dessa forma sobre aqueles que são contrários à opinião do interlocutor é coisa de gente de direita.

    Abração e seguimos.
    2009 está aí.
    JAMAIS NOS MATARÃO!

  3. Caco Vaccaro disse:

    Isso ai’ Helio. Sem terra arrasada. Brigamos pelo titulo ate’ duas rodadas antes do final, com um plantel mediocre.

    A exemplo da Libertadores de 2007, o Gremio foi longe demais, com uma torcida apaixonada e apaixonante.

    Vamos pensar positivo, esperar o melhor da direcao nas contratacoes para a proxima temporada. Celso Roth tem que ficar! A maioria das pessoas confunde simpatia e carisma com competencia. Ele e’ um dos treinadores mais competentes do Brasil (melhor inclusive que o queridinho do Corinthians, Mano Menezes).

    Acho que se o historico do Gremio este ano pode ter dado algumas licoes, estas sao:

    – Unanimidades sao burras. Torcedor gremista: questione o senso comum. Nao detone um Celso Roth so’ porque as pessoas dizem que ele e’ ruim. Va’ atras, tire suas proprias conclusoes, seja justo.

    – “Critica especializada”: este foi o ano em que mais se viu profetas do acontecido em acao. Principalmente os comentaristas do grupo RBS.

    Bom, era isso, vamos esperar o melhor para o proximo ano. E vai rolar coisa boa sim! Rumo ‘a vaga para a Libertadores, e depois, rumo ao TRI!

  4. André,

    No TVCão Esportes, programa que raramente assisto porque prefiro a ESPN Brasil quase sempre e o SporTV de vez em quando, o David Coimbra, a quem considero um cara muito inteligente e observador além de parecer pender mais para o lado tricolor, também acha que o Grêmio não investiu em qualidade. E que, quando se tem qualidade, o detalhe que faz com que a bola não entre quando se tem atacantes fracos seria od etalhe que faria a bola entrar na maioria das vezes.

    Quanto ao Souza, acho que tu podes ter razão, sim. Afinal de contas, ele estava quase encostado no PSG, um time horroroso.

    Vamos torcer! ;)

    Bom trabalho pra ti!

    []’s,
    Hélio

  5. André disse:

    Valeu pela força Hélio, realmente Direito Marítimo é uma corrente em crescimento, especialmente em cidades portuárias, como Rio Grande, que por sinal, cresce assustadoramente, quem nasceu aqui como eu, é surpreendido dia após dia, e isto acarreta boas conseqüências e outras nem tão boas assim.
    Falando de futebol, concordo com quase tudo que você falou, só acho que o Souza, fazendo uma pré-temporada junto com o grupo, e readaptado a posição de ala, daria uma boa resposta, se não me engano, ele foi eleito o melhor da posição no Brasileirão de 2006, tenho a convicção que o Grêmio não teria condições de contratar ninguém melhor que ele., acho queo tricolor deve gastar os poucos recursos num lateral esquerdo e em atacantes, dois ou três, para fazerem parte do elenco junto ao Reinaldo. Abraços

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