UM DUELO ENTRE IGUAIS

Um comentário sobre “UM DUELO ENTRE IGUAIS”

  1. ANDRÉ K.,

    Obrigado pelo elogio. De qualquer forma, não é mais do que a obrigação procurar enxergar o contexto sob um ponto-de-vista diferenciado.

    Creio que este deveria ser um exercício diário pra qualquer pessoa quando o interesse de desmistificar for sincero e buscar fazer com que uma comunidade reflita acerca de suas decisões coletivas.

    []’s,
    Hélio

  2. André,

    Tu és inteligente e crítico. Porém, tens o hábito de relacionar qualquer coisa a uma mera relação de causa e efeito quando o que realmente importa são os pormenores, os detalhes.

    Normalmente, uma observação política baseada na relação entre causa e efeito procura qualificar ou desqualificar algo ou alguém em função de fatos óbvios, porém inconclusos.

    Já uma observação do detalhe permite compreender o contexto que leva A a colaborar, fazer aliança ou até mesmo deixar de concordar e de participar da gestão de B.

    Obino pode ter sido pouco competente. Todavia, sob quais circunstâncias ele recebeu o GRÊMIO? Como rolava a bola de neve de erros de administração, das finanças e no futebol que desembocaram na queda para a Série B em 2004 e para o processo quase falimentar do clube?

    Portanto, o argumento de que Duda é Obino e Antônio Vicente Martins é Guerreiro é fraco na superfície. Afinal de contas, o amigo do derrotado, falido e constrangido não precisa ser um outro derrotado, falido e constrangido presidente. O mesmo vale para o amigo do megalomaníaco e pouco transparente em sua gestão.

    AVC é competente e sua chapa é muito boa. Duda, idem. Tenho certeza de que não vai haver animosidade depois da disputa.

    Se – e somente se – eu fosse rebater a tua afirmação dizendo que o GI e o MGN foram contrários a Odone e hoje “não prestam” porque decidiram esse tipo de aproximação a fim de entrarem no jogo, a gente não iria a lugar nenhum.

    Já passei da idade de acreditar em mocinhos e bandidos.

    []’s,
    Hélio

  3. É, o ideal seria uma terceira via distante dos carcomidos cardeis que lá gorjeiam. O meu candidato seria o Mauro Knijnik, um pessoa muito correta, mas acho que o estômago dele é muito sensível para comandar aquele vespeiro. O resultado desse vazio é votar com o nariz tapado e no conjunto mais confiável.

  4. A questão foi muito bem apresentada pelo Hélio. A briga aqui não é bem ou mal, esquerda ou direita, PT ou anti-PT… o negócio é bem simples: quem tá fora quer entrar e quem está dentro não quer sair.

    Não existe uma clara definição de oposição e situação. A briga aqui é claramente de poder.

    Ou seja, o negócio é votar em quem acharmos menos pior ou com o menor número de companhias nefastas.

    Por mim, buscaria uma terceira via, algo que NÃO existe hoje.

    DÁ-LHE GRÊMIO!!!

  5. Caro André!

    Por favor, apresenta tuas opiniões de modo mais civilizado, OK.

    O ZO e o Vaz Neto (esquecestes do Dornéu) são da turma do Odone (e por extensão do Guerreiro), ou seja, por fidelidade votam no que o chefe manda. Esse trio (inclui mais um) esteve o tempo todo ao lado do Antonini, Bastos e do Odone e dizem por aí que o preferido para a presidência era o Vaz Neto, o que significa que, possivelmente, o Vicente não fosse para o segundo turno. Ele está lá por falta de alternativa do Odone.

    Com a notícia da manhã de que o Odone vai ser o diretor de futebol fico ainda mais longe do Vicente Martins. O Odone gosta é da tribuna da Assembléia e dos passeis em Punta. Na segundona, em vários momento, deixou o clube na mão, como vai ser diretor de futebol? Tudo discurso para enganar a torcida e não caio nessa.

    Fora os políticos e os corruptos.

  6. Grande Hélio!

    Assino embaixo no teu comentário. Vou na chapa do Duda, não por ele, mas pela pessoas que o acompanham, volto a frisar.

    Não tenho conhecimento mais próximo do Vicente Martins, no entanto, lembro da passagem dele no futebol na gestão do Guerreiro. Foi trágico. Nunca ouvi, li, ou soube, de autocrítica do Vicente em relação a gestão do Guerreiro, o que significa para mim um pecado capital, algo definidor. O apóio do Odone, um político aproveitador, arrogante e prepotente, que fugiu em vários momento quando da segundona, um divisor de água, se ele está de um lado eu estou de outro. Além disso, não vejo nos demais componentes da chapa um peso, uma experiência, uma trajetória, com força para legitimá-los como dirigentes, com tantos desafios a frente. O Imortal é uma instituição financeiramente falida e vai entrar em uma aventura chamada Arena. Não vejo na chapa do Vicente estofo para resolver tal drama, que é uma condição prévia para ganhar títulos.

    Fora os políticos aproveitadores. Fora os corruptos.

    Jamais nos matarão.

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