ROTH: MUDANÇA DE COMPORTAMENTO

Um comentário sobre “ROTH: MUDANÇA DE COMPORTAMENTO”

  1. O amigão paraguaio estava na China, nas Olimpíadas, e provavelmente está en férias, num lugar beeem melhor que eu vou pasar as minhas. Se formos tentar derrubar todos os membros da imprensa que prejudicam o Grêmio (como o FDP do Maurício Saraiva, que sempre seca nosso time, e o Neto, que acusou jogadores do Grêmio de racismo numa transmissão da Bandeirantes e ficou por isso mesmo) não vai sobrar ninguém, comparando com o TA, que é o queridinho da mídia, nós somos tratados a pontapés. Nas raras vezes que roubam a favor da gente (como no jogo com o São Paulo no início do segundo turno) é um escândalo, quando roubam contra e a gente reclama dizem que somos chorões, enquanto quando o TA dá a mesma desculpa sempre tem suas reclamações levadas em conta (e a sério).

  2. OLHEM O COMENTÁRIO DO PARCIAL FRANCISCO GARCIA, ANALISTA DE ARBITRAGEM DA RBS, O MESMO QUE DISSE QUE NÃO FOI PENALTI NO SOARES:
    Atuação de luxo do árbitro no Gre-Nal

    Foi muito bem o árbitro Evandro Rogério Roman/PR(FIFA) no Gre-Nal 373, realizado neste domingo, no Estádio Beira-Rio. O jogo Inter 4 X 1 Grêmio, foi válido pela 27ª rodada do Campeonato Brasileiro. Roman foi bem o tempo inteiro, com rigor, bom posicionamento e acertando nos lances capitais.

    Confira os principais lances:

    – No 1º gol do Inter, o Grêmio reclama que não houve a falta que originou a jogada. Deixo a questão em aberto, já que a imagem não é clara. É aquele lance em que o jogador acompanha o adversário, dá um toque sutil e o outro cai. O árbitro estava muito próximo entendeu como falta.

    – No 2ª gol do Inter, os jogadores cobram a falta rapidamente. Isto está previsto na Regra. O time beneficiado pela infração do adversário pode optar pela cobrança rápida. Ao mesmo tempo que pode estar se beneficiando, o time abdica da distância regulamentar de 9,15m que lhe é por direito. Ou seja, o jogador que faz isso, corre o riswco de perder a bola no instante seguinte e aí não poderia reclamar que não havia distância. Roman não começou a contar os passos da barreira, como cogitado. Ele pára ao lado da falta, e, quando percebe a cobrança rápida, manda o jogo seguir, como prevê a Regra. Nenhuma irregularidade!

    – Expulsões de Tcheco e Edinho no final do 1º tempo. Se olharmos apenas a jogada dos 2, um cartão amarelo para cada um estava de bom tamanho. Tcheco estaria expulso e Edinho continuaria no jogo. No entanto, houve uma confusão generalizada, protagonizada pelos 2 atletas, o que obrigou o árbitro a tomar uma medida disciplinar mais dura e controlar os Ãnimos para o 2º tempo. Teve sucesso, já que não houve jogadas violentas no restante da partida. Atitude correta!

    – No 2º tempo, Marcel se choca com o goleiro Clemer. Alguns pediram pênalti. Não há como Clemer sair da frente de Marcel e o jogador gremista, em velocidade, acaba batendo no goleiro colorado, que até vira o corpo para não interferir. Se colocar na frente do avdversário é diferente de estar num lugar e vir um outro jogador de encontro. Lance normal!

    – O inter faria o 5º gol, mas o Assistente Milton Otaviano dos Santos/RN(FIFA) marca impedimento. Correto! Gustavo Nery recebe adiantado e toca para Nilmar.

    – Aliás, lamentável o incidente causado após o conflito entre Tcheco e Edinho. Houve invasão de campo, dos reservas tentando brigar, confusão generalizada, uma escória. Fato repetido nas arquibancadas entre torcedores, ou simplesmente aquela minoria que vai ao estádio para bagunçar a não torcer.

    POR FAVOR, MEDIADORES DESTE BLOG, TEMOS QUE FAZER PRESSÃO PARA ESTE RAPAZ SER BANIDO DA IMPRENSA, NÃO DÁ MAIS PARA AGUENTAR A PARCIALIDADE DESTE INDIVIDUO, DÊEM OUVIDOS PARA A TORCIDA GREMISTA E AJUDEM A DERRUBAR ESTA PESSOA QUE SEMPRE ATUA CONTRA OS INTERESSES DO TRICOLOR. SDS TRICOLORES

  3. 1) JORGE,

    Felizmente, tive o prazer de assistir ao time de 1981. Nasci em 1973. Meus dois primeiros jogos foram em 1979, no Ruralito (1×0 no Riograndense-RG e 1×1 com o Brasil-Pel). Em 1980, fui a mais ou menos meia dúzia de jogos. Mas em 1981, acho que só não fui à semifinal contra a Ponte Preta. Na Libertadores de 1983, fui a todos os jogos! ;)

    Pra mim, o Tiziu (Paulo Isidoro) era o melhor do time. Na copa de 82, o Telê o levou só pra tapar buracos ao invés de utilizá-lo como um ponta-de-lança de característica bem diferente da de Sócrates. O lateral-direito reserva do ótimo Leandro era o Edevaldo, do tradicional adversário. Leão não fora convocado por Telê em função de uma briga particular, mas era o melhor goleiro do país.
    ____________________

    2) KAYSER: bem lembrado. Como eu só assisti ao 1º tempo do jogo contra o Goiás porque tinha um casamento (noivo gremista pé-frio que entrou com o hino do Grêmio, noiva atrasou um monte e dava pra ter ficado até o fim – a patroa ficou ouvindo corneta durante uma semana), não havia percebido esse detalhe, pois só havia assistido aos gols umas duas vezes na TV.

    Eu acho que o THIEGO poderia ser mais utilizado. Ele jogou melhor do que o JEAN nos grenais pela Sul-Americana. O MARCEL eu já disse: há muitos melhores do que ele com um porte físico parecido – o Chengue, que está esquentando banco, por exemplo, é bem melhor do que o MARCEL com a bola no pé e tem muito mais garra pra invadir a pequena área em momentos de abafa, nos quais temos perdido muitos gols feitos.

    O pecado do LÉO não foi ter entregado gols mas, sim, estar mal posicionado tanto como zagueiro da sobra como pelo lado esquerdo – de onde saíram três dos quatro gols, além daquele quase 5º gol deles no final do jogo.
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    GUSTAVO: se não foi em 1997, foi em 1998. Bah, essa do “AMIGÃO PARAGUAIO” (porque o legítimo é o PAULO SOARES da ESPN BRASIL) eu nem lembrava… Foi por essas e outras que ele conseguiu ir para a GLOBO… Mas o cara tem aparecido cada vez menos. Acho que ele tomou um gelo! :)

    []’s,
    Hélio

  4. “Em 1997, CELSO ROTH liderava o BRASILEIRÃO com o TRADICIONAL ADVERSÁRIO. Depois que começou a perder terreno, ficou em nono lugar pelo saldo de gols, perdendo a última vaga para as quartas-de-final. ”

    Helio, em 1997, creio que o Inter se classificou para aquelas duas chaves de 4 times, o grupo era Inter, galo, santos e palmeiras. Foi o famoso ano da matéria do – lamentável – Regis Rosing com o Christian comendo galo, peixe e porco no restaurante.

    A final foi entre palmeiras de felipão e vasco de edmundo, com o título indo para o vasco, que em 1998, ano de seu centenário, ganharia a libertadores, sendo uma (por enquanto) exceção vitoriosa de clubes brasileiros em seu ano de número 100.
    Depois cairia na realidade com direito a gol contra de Nasa e uma bucha de Raul em Tóquio contra os Merengues de Madrid.

    abraço!

  5. Hélio, discordo quanto ao Léo. Ele foi o melhor dos 3 zagueiros (se considerarmos que o Jean é jogador de futebol e, portanto, zagueiro). A falha no gol do Índio é do Roth, que mantém sempre o Marcel no primeiro pau, junto à trave. Dali, ele sai para tentar antecipar o cruzamento. Contra o Goiás, ele fez isso e a bola passou às suas costas no gol olímpico do Paulo Bayer. E ontem, não conseguiu antecipar ao Índio. Seria mais lógico (é o bê-a-bá do futebol) deixar um jogador mais baixo junto à trave e o grandalhão e inútil Marcel marcando um bom cabeceador do time adversário. Perdemos o título em cobranças de escanteio contra o Goiás e o Inter.

  6. Caro Hélio!

    Nunca fui um crente no título deste ano por conhecer a naba do treinador e comparar o atual plantel com aqueles que foram campeões no passado. Não temos um (apenas um) grande jogador no momento. Em 1981 havia mais de um: o gigante De Leon (capitão e dono do time), o Paulo Isidoro e um centro-avante inesquecível o Baltazar. Havia um grande goleiro o Leão. Esse time era recheado de muito bons jogadores como o Paulo Roberto, o Casemiro, o Newmar só para citar alguns. O de 1996 não vou falar, esse tu viu jogar, não tinha um grande matador na frente, mas o grupo era muito qualificado e havia o Felipão.

    E hoje o que temos? Como a média brasileira do momento é baixa, dá para ir levando, mas pensar no título, difícil. Sempre achei um exagero, natural do torcedor que sempre acredito no discurso do título. Defendi aqui, e lá no Guga, que chegar na Libertadores seria uma grande conquista e continuo achando.

    O que me dói é que foi a primeira goleada no aterro, em quase 40 anos de existência do Beira-Rio, e a segunda deste que me reconheço como torcedor, deste os anos 60 (aqueles 5X2). As circunstância da derrota foram terríveis, até o segundo gol estávamos bem na partida, o gol do Alex desandou a coisa. O Roman é um mau juiz, sempre foi.

    Quanto ao Roth, não fico surpreso.

    Mas não tá morto quem peleia, não há mal que sempre dure.

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