EXEMPLOS DE BOVINOS POLÍTICOS

5 comentários sobre “EXEMPLOS DE BOVINOS POLÍTICOS”

  1. Essa raiva da classe média é pq o papai Marx não encontrou um lugar para essa classe na sua teoria. Sabe como é, naquela época não existia classe média, só miseráveis e ricos. Então, esse pessoal que parou no século XIX e não leu nada além do Manifesto Comunista (O Capital é muito complicado) começa a falar e escrever um monte de besteiras.
    O ideal para esse pessoal, é que nosso país tivesse apenas duas classes: uma imensa classe pobre e uma pequena classe de abastados. Aí seria fácil fazer a Revolução, não é mesmo? Com a Revolução, esse pessoal que puxa o saco do PT, é filiado ao partido, é CC, etc… poderia alcançar cargos mais altos e fazer parte de uma grande e milionária burocracia – como ocorreu em todos os países nos quais teve lugar a Revolução do Proletariado. Enquanto não houver Revolução, existem muitas barreiras, tais como imprensa livre, Constituição, liberdade de expressão, etc… todo esse cenário burguês que foi esmagado em qualquer país dito socialista.
    Mas sabe o que é o mais engraçado? É que foi durante o governo Lula que milhões de pessoas deixaram a classe pobre e passaram para a classe média (claro que não por mérito somente de Lula, mas da política econômica iniciada em 1994).
    Mas eu entendo, esse pessoal tem raiva da classe média que contribui para o crescimento do país, que gera empregos, que trabalha na iniciativa privada, que tem um pequeno comércio, uma pequena empresa, etc… Essa é a tal “classe mérdia”. A “classe média”, boazinha, é formada por burocratas ineficientes que passam o tempo todo tomando cafezinho nas repartições públicas e puxando o saco de quem está no poder pra ver se consegue subir na vida enquanto são sustentados pelo dinheiro dos impostos pagos por todos nós.

  2. Olha só, navegando na net cheguei até esse blog tosco. Maldita inclusão digital! (essa expressão me de faz “classe mérdia”? Que peeeeeeeeeeeeeeeena!)

    Vejo que você fez uma mistureba das boas ali: Arnaldo Jabor e Reinaldo Azevedo, Paula Santanna – não tinha morrido? – e Diogo Mainardi, tudo no mesmo saco. Como diria Milton Leite: Que beleza!
    Bom, uma viúvinha do Brizola – esse sim morreu, né? – só pode ter essas coisas na cabeça. Garanto que você deve frequentar aqueles botecos vagabundos da Cidade Baixa, para discutir com os “intelequituais” do Bom Fim o “outro mundo possível”, não é mesmo? Isso sim é classe mérdia. Burocratas, funcionários públicos, bolsistas de universidade, jornalistas que não conseguem emprego e todo tipo de parasitas, fracassados, recalcados e ressentidos. Eu tenho pena de gente como você, como esse mané aí de cima. Velho metido a hippie é demais pra mim. Só fica bem em filme do Spielberg.

  3. Ótimos posts, Hélio! Tanto esse como o anterior.
    A música do Raul Seixas, “Ouro de Tolo”, é de 1973, mas continua atual. Boa parte das pessoas que conheço, quando sonham, é com um emprego que pague bem (mesmo que o trabalho seja um porre) carro zero (blindado, por causa dos “vagabundos que não aproveitam as oportunidades”), uma casa na praia (para passar férias todos os anos no mesmo lugar, com as mesmas pessoas, sem conhecer cidades, países e pessoas diferentes).
    Isso é, definitivamente, o que eu NÃO quero para mim… Prefiro ser feliz com menos dinheiro (conquistado em um trabalho que me dê prazer), do que apenas aparentar felicidade – o que muito rico faz.

    Abraços

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