POLÍTICA MUNICIPAL: PESSIMISMO TOTAL

11 comentários sobre “POLÍTICA MUNICIPAL: PESSIMISMO TOTAL”

  1. Maia,

    Tive um professor de Sociologia, Milton Bins, que também era advogado e não era de esquerda que escreveu em seu livro Curso de Sociologia, publicado pela Sulina, exatamente isso.

    Marx não foi o pioneiro a dizer isso. E instituto de pesquisa não tem capital social, técnico e nem tampouco teórico pra impor padrões.

    []’s,
    Hélio

  2. Maia,

    Boa lembrança: também acho que meu blog está mais pesado para editar e também para carregar. Mas não é por causa do número de fotos e vídeos, nem porque eu tenha uma quantidade grande de links ou de posts na mesma página (isso definitivamente não é).

    Vou ver se o suporte do WordPress tem alguma justificativa. Pelo que eu saiba, eles estão oferecendo novos recursos para blogs gratuitos como o meu em fase de testes.

    []’s,
    Hélio

  3. Maia,

    Eu questiono as classificações em classes sociais formuladas por qualquer centro de pesquisa de institutos do governo ou privados porque eles consideram como qualidade de vida e como estatística única e exclusivamente o poder de compra ou a capacidade de consumo, quando sabe-se que há uma diferença substancial entre necessidade e supérfluo, consumo e consumismo.

    Em sentido estrito, na Sociologia, só há duas classes sociais: a dos que produzem mais do que recebem e a dos que recebem mais do que produzem. Todas as outras tentativas de classificação de grupos de pessoas por critérios preponderantemente econômicos são castas (relacionadas ao poder simbólico) ou estamentos (status).

    Dessa forma, só será seguro falar em “classe” média como estamento majoritário no Brasil quem sabe daqui a 10 anos.

    Até mesmo segundo os critérios do IBGE, do IPEA, da FGV, do DIEESE ou do IBOPE Porto Alegre está aí para confirmar que os critérios econômicos também mandam contra essa impressão: a cesta básica aqui não é a mais cara do país? O material escolar dos feirões também não é o mais caro do país? Os comerciários e funcionários públicos com ensino primário ou médio não recebem menos do que seus colegas de São Paulo? De cinco anos pra cá, os imóveis e o condomínio em Porto Alegre não passaram a corresponder praticamente aos mesmos valores de imóveis semelhantes em zonas semelhantes do Rio e de São Paulo com o agravante que funcionários com curso superior em empresas de médio porte de São Paulo recebem, no mesmo cargo e com o mesmo nível de experiência, o dobro ou até o triplo de seus colegas porto-alegrenses?

    Além disso, muitos especialistas dizem que o salário mínimo para um indivíduo poder morar sozinho em um apartamento de 50 anos em bairro “classe” média sem elevador e sem garagem, sustentar um automóvel “popular”, pagar plano de saúde, seguro, cursos de aperfeiçoamento profissional e usufruir de um lazer acessível e de boa qualidade deveria ser de R$1.900,00.

    Em Santa Maria, vivo maravilhosamente bem com R$2.500,00. Em Porto Alegre, vivo apertado com R$4.000,00. Em São Paulo, com R$4.000,00 sou quase pobre. No Piauí, com R$1.500,00, sou quase rico.

    Não sei se consegui me fazer entender: o critério utilizado serve apenas para facilitar a compreensão do senso comum e para economizar tempo e centímetros na mídia, pois todas as particularidades que eu exemplifiquei acima não podem ser jogadas em uma vala comum.

    []’s,
    Hélio

  4. Hélio, a maioria do povo de Porto Alegre é classe média. Façamos, então, bons restaurantes, boas livrarias, bons hoteis, bons teatros, boas pistas de corrida, de ciclismo, para o pessoal ter bons momentos de lazer. O resto, é baboseira e burrice ideológica. Ideologia é mesmo o fim.

  5. Maia,

    Tu já foste à Espanha e a Portugal depois que a Comunidade Européia se consolidou?

    Tu sabes como o Reino Unido faz as parcerias público-privadas?!

    Portugal, Argentina, México e Brasil estão entre os piores exemplos desse tipo de parceria.

    Isso não tem nada a ver com PT ou FSM. E não tem essa de “modelo invertido”: há zilhões de maneiras de se fazer a mesma coisa bem feita. A questão é favorecer à maioria ou excluir a maioria.

    []’s,
    Hélio

  6. Hélio, você que também gosta do Rio, como é que são os pontos turísticos do Rio? É tudo parceria entre governo e iniciativa privada. Você vai no pão de açucar, no corcovado, circula pelo calçadão de ipanema, copacabana, vai correr na lagoa e todos atrativos são feitos com parceria entre iniciativa privada e poder público. E ninguém reclama. Mas em Porto Alegre tem que ser diferente porque aqui, inventou-se, que é a sede do FSM, onde o modelo é invertido. Aqui não tem parceria entre Estado e iniciativa privada. Aqui manda o estatismo. Porra nenhuma, aqui é uma cidade como qualquer outra do mundo que necessita de mais e melhor qualidade de vida. Você foi ao museu Iberê? Aquele local é gratuito e foi construido pela iniciativa privada e está maravilhoso. Esse é o caminho e o resto é preconceito.

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