MACBOOK DO AGENTE 65

9 comentários sobre “MACBOOK DO AGENTE 65”

  1. Então vá meu amigo, esta vida é uma só, não dá pra passar frio e raiva juntos, não :)

    Quando vc e a Lu tiverem filhos a dimensão é outra, pensar onde e como viver torna-se bastante importante.

    Mas vamos lá:

    Vc fala do discurso caduco da esquerda, u acho que ela está caduca sim, mas não sei se pelos mesmos motivos que vc aponta. De meu lado nunca vi tanta necessidade em reafirmar meus princípios socialistas, e acho que o que falta na esquerda hoje (e está caduca por isso) é identidade. Parece que as lideranças têm medo de afirmar seus princípios. Como é que a gente pode assistir passivamente ao discurso do PCdoB no Vermelho sobre a demarcação da Raposa Serra do Sol? Ele é igualzinho ao discurso dos militares mais conservadores e autoritários como o general Heleno, ambos dizem a mesma coisa sobre os indígenas ‘imperialistas’ e sobre a equivocada questão de fronteiras e soberania nacional.

    É duro lê-los e não achar que tá todo mundo ficando doido.

    Acho que um dos riscos da rede é parar na rede (viver a second life), as pessoas precisam voltar a andar nas ruas, a sociabilidade virtual é importante, mas não substitui o face to face.

    Eu tenho um pouco de medo de que essa sensibilidade individual que vc aponta vire puro individualismo, em uma era gritantemente consumista.

    Estava hoje no laboratório fazendo exames e via os enormes cartazes e folders dos novos exames para o coração. Fiquei me perguntando para que aquela publicidade na medida em que não sou médica e que em teoria são os médicos que precisam saber que exames pedir ou não para os seus pacientes. A sensação que dava é que se vc fizesse o tal do novo exame ficaria mais saudável que os demais seres do planeta.

    Essa era na qual vivemos onde tudo esta mercantilizado, absolutamente tudo, onde até mesmo avós defendem que se dê de presente para o neto de 6 anos um celular (quando é que uma criança de classe média de 6 anos ficará sozinha e precisará usar um celular? Para que um celular nesta idade?) Enfim, alguém precisa gritar em alto e bom som que há muitas coisas que não fazem sentido algum nesta era mercantilizada.

    Então eu fico me perguntando onde está esta sensibilidade, Hélio. Vejo poucas manifestações dela. Será que ando me relacionando com gente muito arrivista? Vejo demonstrações de frustrações por aqueles que não conseguem aumentar seu poder aquisitivo e ampliam medos que os tornam cada vez mais preconceituosos e conservadores, cada mail que recebo de amigos e conhecidos contra a CSS ou qualquer outra medida de interesse público eu entristeço-me um pouquinho, mas tenho de me manter forte pra me opor a isso.

    Acho que o que mais me entristece é perceber o quão estamos longe da noção de cidadania e do papel a ser desempenhado pelos cidadãos neste país. Essa classe intermediária que tem suas nuances, mas que, a meu ver, forma o grosso do conservadorismo, que nunca se vê comprometida com nenhum projeto nacional, que não se enxerga como povo em sua acepção pública e cidadã (e não vejo como é que serão educadas de modo diferente para que se desperte um mínimo de senso coletivo nela) desanima a gente.

    Vc já faz parte do meu círculo de amigos virtuais, é uma pena mesmo que estejamos longe fisicamente, mas continuemos a refletir e trocar impressões
    beijinhos

  2. Conceição,

    Mas sabes qual é a diferença? É que eu não suporto inverno. E acho que lugares onde a colonização é predominantemente européia favorecem menos abraços, menos beijos, menos sorrisos. Menos inventividade e mais pragmatismo. Menos sensibilidade e mais objetivos econômicos.

    Além disso, eu já morei no RJ e já conheço grande parte do NE. Pra mim, a cultura predominante, a vontade de crescer e de aprender e, acima de tudo, a humildade, o respeito e o carinho de um povo mais miscigenado e sofrido suplantam toda e qualquer diferença partidária, ideológica ou classista entre a maioria das pessoas.

    Até mesmo o discurso caduco da esquerda já está me cansando: afinal de contas, ao invés de sair das amarras do marxismo, do conflito entre classes e do coitadismo, é preciso dar vazão aos movimentos da sociedade civil organizados em rede, descentralizados, sem uma liderança onipresente e onipotente. Não é preciso catequisar, evangelizar, “conscientizar”, “politizar” a tudo e a todos. As pessoas hoje querem viver aquilo que for mais sensível. E sensibilidade não tem a ver com forçar um embate que poucos irão entender por que existe ou para quem “torcer”.

    Aos poucos, estou procurando incluir exemplos de como a maioria das pessoas nos grandes centros urbanos enxergam a si e ao mundo que as cerca a fim de mostrar à esquerda como ela precisa se atualizar.

    Do contrário, os murros em ponta de faca jamais irão terminar.

    É sempre um prazer te ler e dialogar contigo. Pessoas como tu fazem muita falta no meu círculo presencial de amizades! ;)

    []’s e :*
    Hélio

  3. Hélio, meu querido amigo,

    Eu venho acompanhando esta tua desilusão por meio das postagens e ela é geral.

    Tenho visto,inclusive, blogueiros combativos descontinuando seus blogs porque não aguentam mais as manifestações grotescas do exibicionismo truculento e burro.

    Eu já não tenho paciência faz tempo, especialmente em relação a esta classe média obtusa e preconceituosa que existe em todo o país nas mais diferentes profissões (veja ao final do meu comentário o nível expresso em lista de educadores onde resolvi diante de tanta bobagem opinar sobre a questão das cotas).

    As classes-média brasileiras e latino-americanas são todas iguais: são contra qualquer avanço democrático, não têm a menor consciência histórica (sequer percebem que a mínima democracia que desfrutam foi conquistada a partir da luta de movimentos sociais- votar, ter acesso a aposentadoria, por ex.).

    Eu, sinceramente, acho que você tem muito a fazer no sul criminalizador dos sem-terra, viu! Não desista, pois no Nordeste vais encontrar os coronéis e os gaúchos do agronegócio também. Eles já chegaram ao Piauí e até mesmo em Roraima. É a fronteira guasca espalhando a soja, a cana, o arroz o milho por sobre o cerrado, a floresta tropical e tornando o país um grande celeiro conservador para exportação.

    Quer um exemplo de como as coisas não são diferentes em lugar algum? Veja esta lista que em teoria deveria ter gente mais sensível aos grandes problemas que afetam a educação no país o nível baixíssimo da discussão sobre as cotas (vou emitir os nomes dos interlocutores, porque a discussão vem migrada de uma lista):

    professor 1:

    A questão do preconceito não se muda por uma Lei, por um decreto. Quando falamos sobre o preconceito de raça, cor, etnias falamos de algo cultural, e este preconceito somente pode diminuir por meio da educação seja ela
    institucional como pela educação familiar.

    Ainda que o estado tenha seu papel importante para diminuir este preconceito, por o país ser de todos e não apenas de uma raça, ele deve trabalhar é na Educação.
    As cotas na educação têm gerado polemica, porque ela é discriminatória com o próprio beneficiado, pois passa-lhe a impressão que ele é incapaz e só cursa uma universidade porque é negro oi índio, etc. Ele entra em
    desvantagem e, é visto diferentemente pelos outros. Este é um ponto na questão da Educação. E ainda segundo meu entendimento o Saber não tem sexo,
    nem cor, etnia, raça, etc. Deve se privilegiar o melhor. Certamente o melhor será aquele que está mais bem preparado no momento do vestibular, ai é que
    bato na melhoria do ensino publico já que as pessoas carentes não têm condição de fazerem cursos preparatórios para o vestibular. Há negros pobres
    e ricos e quanto aos negros ricos, certamente não encontram dificuldade em prestar vestibular, em tese precisariam estar incluídos nas cotas.
    Deixo uma pergunta: será que não há muito cotistas negros que não se sentem discriminados nas faculdades pelo fato de serem cotistas?

    Vejamos um simples exemplo; nos EUA um negro vai disputar eleições para presidente com grandes chances, segundo um artigo que recebi dias atrás, o
    numero de negros nos EUA é quase que a metade que a do Brasil. Será que lá a este sistema de cotas no Ensino? E olha que lá até guerra entre brancos e
    negros houve tamanho preconceito que havia. Quem elegerá Hobama? Certamente grande parcela dos brancos.

    O que me parece que está havendo no Brasil é o seguinte: Nosso país por séculos foi governado por uma Elite chamada Elite dominante ( burgueses), de
    repente outra parte da Elite elegeu um presidente que veio do povo e como há e sempre haverá o preconceito entre o pobre e o rico, está elite hoje no poder colocou na cabeça que estava tudo errado e assim, por decretos quer
    mudar uma cultura, como se isto fosse possível ocorrer de um dia para o outro.

    E assim, na busca da justiça social comete o erro de fazer a história retroceder, reavivando o preconceito não positivo, mas sim negativo.

    ********************

    professor 2:
    No passado existiam escolas públicas cujas vagas eram disputadas pela elite dada a qualidade.

    Estudei em uma delas, no Rio de Janeiro, através de prova de capacitação, e isto para o 3o ano primário.

    Para ingressar no ginásio (hoje as 4 últimas séries do primeiro grau) prestava-se o exame de admissão, uma espécie de vestibular que classificava por mérito, com nota de corte.

    Francês, inglês, latim e português, eram as línguas ensinadas, e tão bem ensinadas que as uso hoje no dia a dia profissional.

    Estou falando de escola pública.

    As professoras do meu curso primário falavam francês.

    Ai, em 1962 o governo começou a sucatear o ensino, e deu no que deu: cotas para os hipossuficientes intelectuais, que estão recebendo tratamento de
    “portadores de necessidades especiais”, ou seja, uma larga porta de entrada para o terceiro grau.

    Para que, pergunto, se o mercado de trabalho irá esmagá-los e se tornarão vendedores das casas bahia com anel de bacharel.

    Não é discriminação, é covardia.

    Saudações sócio-ambientais

    ********************
    Eu (sem paciência pra este discurso):

    Eu discordo. Cotas são uma dívida histórica e seria bom aqueles que realmente estão dispostos a alguma transformação real neste país e ao combate ao racismo ler mais sobre elas sem tanto ranço e preconceito.
    façam uma busca com palavras chaves e vão encontrar muito material no blog da mariafro http://www.mariafro.blogspot.com

    ********************
    professora 3:
    discordo da conceicao e concordo com o serrano …

    pois estou vivendo isto no DIA A DIA [sou professora universitaria e minha irmã professora de ensino medio publico e privado ……..].. alo simone, fala aí …..

    a escola publica do rio de janeiro ” forma ” [ e disforma ] analfabetos funcionais POIS É PROIBIDO REPROVAR ATÉ QUEM NAO SABE LER E ESCREVER …..

    ASSIM EMPURRA-SE O PROBLEMA COM A BARRIGA E OS POLITICOS IMBECIS [????] MAS VIVOS [ sempre eles …..] FICAM SATISFEITOS COM AS ESTATISTICAS FAJUTAS.

    [ BRASIL UM PAIS DE TODAS AS ESTATISTICAS FURADAS ….]

    BJS.; claudinha =

    P.S. –
    1= sou a favor do merito e de cotas com bolsas para pobres ….
    O RESTO É DISCRIMINACAO SIM e palhacada de politicos………
    E NAO SE PODE COMBATER DISCRIMINACAO COM MAIS DISCRIMINACAO ….

    2= tenho sangue negro e índio por parte de meus pais e avós e nao quero ser discriminada …….

    3= ja pensaram se na selecao brasileira de futebol, volei ou basquete colocarem COTAS !!!!!

    ********************

    eu de novo (com menos paciência, respondendo à professora 3):

    Seu discurso está na boca dos mais conservadores deste país como Reinaldo de Azevedo.

    Primeiro: até parece que aluno cotista está livre de prestar vestibular, besteira ele faz vestibular como todos os outros;

    Segundo: atenção! em TODAS AS UNIVERSIDADES que adotaram as cotas a MÉDIA GERAL subiu, ou seja, bobagem dizer que os alunos cotistas são incompetentes, pelo contrário, aluno cotista negro sabe que será cobrado muito mais que os demais, ninguém precisa dizer a ele como é difícil viver em país racista onde até mesmo educadores reproduzem discursos conservadores sem crítica e reflexão alguma, pautando argumentos em chavões.

    Terceiro: a maioria das universidades utiliza sistema combinado (critério racial e social) ou seja, atinge-se quem está na base da pirâmide. Tal medida torna-se de fato uma política pública efetiva, pois quando se ignora a questão racial e o racismo enrustido e tão perverso em nosso país a situação dos negros continua a mesma ou piora. Basta ver os recentes índices de IDH, o Brasil subiu de posição em relação a última medida, entretanto o IDH da população negra não avançou.

    Insisto, é esperado que educadores leiam, se informem, avancem para além do discurso único transmitido por veículos tão conservadores e que defendem os interesses das classes dominantes deste país. Há muito estudo sério de gente competente problematizando esta questão sem arrivismo e ranços preconceituosos como o de alguns pseudointelectuais que não pensam mais, só fazem defender um status quo que criminaliza sem terras, vê índigenas como primitivos, negros como folgados e outras sandices eivadas de preconceitos de classe e raça.
    Abraços
    Conceição Oliveira que também é educadora e vêm pesquisando há um bom tempo essa longuíssima duração da exclusão sistemática que o racismo provoca em nosso país.

    ********************

    professor 2 retrucando-me:
    Faz vestibular como os outros mas se classifica dentro da cota com pontuação baixa que elimina candidatos não cotistas de pontuação mais alta.

    A Constituição garante o acesso ao ensino superior segundo a capacidade de cada um.

    Não concordo que um negro de menor capacidade entre no meu lugar.

    Sou afrodescendente (avô negro) embora tenha a pele branca.

    Estudei em escola pública e não precisei de cota.

    Minorias ou “excluídos” precisam é de boa escola, Barak (Hussein) Obama que o diga.

    ********************

    eu no limite total, em resposta ao professor 2:

    Como eu disse no mail anterior, os argumentos não passam de chavões do senso comum que de tanto martelarem soam como verdade.
    Novamente sugiro a leitura dos estudos sobre o assunto o acerto de pontuação é mínimo (basta ter um pouco de conhecimento matemático para perceber), mas é infinitamente mais baixo do que a sistemática exclusão de crianças e jovens negros da educação básica, excluídos por professores pouco preparados para trabalhar com as diferenças, excluídos por um currículo oculto de extrema perversidade; excluído por fim pelo nosso racismo perverso e mascarado.

    Professor Serrano é critério democrático que o Estado interfira em situações de desigualdades, só tratando a diferença excludente é que se pode garantir o artigo 5º da Constituição, sem políticas públicas de combate ao racismo o artigo 5º só valem para os que já tem privilégio e não esqueçamos Obama é resultado de um país que não se recusou a olhar seu profundo racismo e inseriu há mais de 40 anos as ações afirmativas. Sem elas dificilmente teríamos um representante com a qualidade de Obama para disputar as eleições presidenciais.

    O que me espanta nesta discussão é o desconhecimento histórico, a simplificação rasteira das argumentações mais conservadoras e excludentes deste país e a pouquíssima disponibilidade para abandonar verdades prontas.
    Abraços

  4. Oi, Conceição!

    Infelizmente, a CPI do DETRAN acabou em pizza e a RBS reverbera a “conclusão” do relator, deputado semi-analfabeto Adilson Troca, do PSDB, de que tudo começou durante o governo Olívio, do PT.

    Enfim… Minha Lu e eu já pegamos nojo do pensamento da classe mérdia guasca. Minha preferência para quando eu defender minha dissertação é prestar concurso em alguma universidade (de preferênci federal) localizada acima do Trópico de Capricórnio e, se possível, mais perto do Atlântico do que do Pantanal, do Cerrado ou da Amazônia.

    Não sei direito a quem, nem como ajudar por aqui. Também não sei se há quem queira ou precise ser ajudado por mim. Então, vou atrás de umlugar com uma população mais carinhosa, mais calorosa, verdadeiramente sofrida e com sede de conhecimento.

    Meu sentido de pertença, minha alteridade, minha identidade não possuem mais tanta força como possuíam antigamente em relação ao RS. Como postei recentemente, não dá mais pra crer na institucionalização de partido ou de ideologia alguma: a cidadania é GLOBAL, DESENRAIZADA, VISA ATENDER DEMANDAS PONTUAIS E ESPECÍFICAS SEM EVANGELIZAR NINGUÉM.

    A esmagadora maioria da esquerda está sendo criminalizada e tratada como uma pauta periférica não é apenas (e nem principalmente) por causa da concentração das corporações de mídia mas, sim, porque os VALORES das pessoas são o que são até mesmo antes de serem atravessados pelo consumismo da mídia.

    Desculpa o desabafo. Estou muito desgostoso, querida amiga. Prova disso é que, pra quem lê meu blog desde seu início, estou-me despartidarizando e me desinstitucionalizando cada vez mais.

    []’s e :*
    Hélio

  5. Hélio querido, nada a ver com esta postagem, mas a mídia aqui não cobre nada do sul, como andam a CPI do Detran e a movimentação contra a corrupção do governo Yeda?
    postei hoje no blog o aniversário do escândalo (http://mariafro.blogspot.com/2008/07/faz-um-ms-que-explodiu-o-escndalo-de.html)
    ando muito ocupada com a criminalização do MST e o Quartiero na Raposa Serra do Sol, dois pontos de um mesmo elo que une o pais de norte a sul neste movimento neoconservador e truculento: a concentração de terra-agronegócio-desenvolvimentismo-exclusão-desrespeito aos direitos originários, socioambientais e constitucionais.
    abraços

  6. Guga,

    Faz anos que tu não pões a mão em um Mac! Eh, eh! :P

    Dá pra usar qualquer mouse ou teclado USB em Mac. De qualquer marca e modelo. Tem mouse de um botão, de 100 botões, de 1g ou de 100kg, com fio, sem fio, etc. ;)

    A NASA e o Ministério da Defesa dos EUA usam servidores Apple. Não é a toa… ;)

    Se eu quisesse um computador pra ficar montando e desmontando, trocando peças, etc., virava mecânico de Fusca. Como eu gosto de trabalhar rápido e, acima de tudo, de não me incomodar, prefiro pagar um pouco mais por isso! ;)

    []’s,
    Hélio

  7. Bah, sem botão direito não dá, velho!

    E windows tem que ser o XP Professional piratão.
    Coloca um AVG, o spybot e o ccleaner. Passa o ccleaner todo o dia, o spybot uma vez por semana e uma vez por mês o avg.
    Deu!
    Pode fazer a transação que quiseres com teu PC!

  8. Qualquer um dá problema. Só que PC só é bom, barato e quase sem risco de virii, spyware, trojan, etc. se rodar Linux. Porém, no mundo Linux, não há muito software profissional padronizado capaz de abrir e salvar no máximo possível e formatos de arquivo conhecidos nem uma interface padrão, pois há zilhões de distribuições Linux. Infelizmente, esse é o grave problema da bela filosofia por detrás do software livre.

    Quanto ao Windows, torna um PC barato em um produto caro.

    14 anos de experiência simultânea com Mac OS X e Windows. Mais importante do que o design da máquina e o preço, é a facilidade de uso e a diminuição da chance de se incomodar. ;)

    []’s,
    Hélio

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