SELOS: “VICE DE SERPENTE PEÇONHENTO É. ELEIÇÕES NO RS JÁ!

6 comentários sobre “SELOS: “VICE DE SERPENTE PEÇONHENTO É. ELEIÇÕES NO RS JÁ!”

  1. Carmelita,

    Tens razão: toda metáfora é perigosa, até porque fora golfinhos, orcas, homens e chimpanzés, nenhum outro animal mata por prazer, por vingança, por inveja ou por dinheiro.

    Contudo, se a maioria das pessoas pensa dessa forma porque acredita na propaganda e no jornalismo de baixa qualidade, talvez não haja opção semiótica mais clara para representar o contexto político do RS atual.

    []’s,
    Hélio

  2. Oi, Cláudia!

    Eu não pensei na questão da inexperiência: pensei apenas em um grande castigo para TODOS os ladrões da situação e também em evitar ao máximo a possibilidade de golpe.

    Em tese, quem votou na direita não vota na esquerda. Se a maioria optou pela direita, caso essa direita seja comprovadamente gatuna (como foi o caso), eis o empasse:

    – Manter tudo como está apenas com pessoas diferentes que agem, pensam e articulam-se financeira, política e socialmente da mesma maneira com que o fazem os destituídos;

    – Inverter a gangorra sem nenhuma garantia de que emerja um governo mais limpo, independentemente de, pessoalmente, eu acreditar mais nessa possibilidade ou não.

    Obviamente, há uma série de riscos em qualquer conjuntura: a impossibilidade de guindar ao poder alguém que lá já esteve (seja este ‘bom’ ou ‘ruim’) se, por um lado, nos dá a chance de tentar confiar novamente em um sistema que a maioria considera falido pelo menos a partir da percepção de uma suposta oxigenação no meio político, por outro lado também pode trazer à tona ou laranjas de ex-governantes, ou incompetentes por inexperiência.

    Por enquanto, ainda creio que essa hipótese seria a menos pior.

    []’s,
    Hélio

  3. Oi, Hélio!

    Temos que pensar no que a lei eleitoral pode nos ajudar por hora. Parece que, em caso de impedimento de cargo executivo antes de dois anos de mandato, o vice não pode assumir, e são convocadas novas eleições. É preciso buscar esse dispositivo – coisa que farei logo. Ou seja, se for o caso, pressiona-se pelo impedimento e convoca-se novas eleições.

    Quanto às tuas sugestões, ainda não estou convencida de que a inexperiência em cargo executivo seja um bom pressuposto para assumir cargo executivo. Fogaça e Yeda que o digam. Então, impedir que ex-governantes possam concorrer, num momento delicado como esse, acho complicado.

    Mas é um bom tema de debate.

    As distorções da democracia representativa já poderiam ser debeladas, se houvesse vontade política de encarar uma real reforma política.

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