14 comentários em “FRONTEIRAS DO QUE, MESMO?!
  1. CLAIRTON,

    Exatamente. Concordo plenamente contigo. A questão agora é mapear com honestidade e sem egoísmo os interesses relacionados à sobrevivência e ao desenvolvimento ECOLOGICAMENTE SUSTENTÁVEL para a ESMAGADORA MAIORIA da população brasileira.

    Os interesses da população como um todo nunca foram e jamais serão os interesses do alto empresariado, dos banqueiros, das multinacionais e nem dos latifundiários. Diria que nem mesmo dos políticos, sejam eles de esquerda ou de direita, honestos ou desonestos.

    Não creio que o conflito maniqueísta e discriminatório seja positivo para sociedade alguma. Porém, a tentativa vã de conciliar o inconciliável que o Governo Lula está tentando fazer resulta em conseqüências irreversíveis para o futuro da biodiversidade e da sobrevivência saudável de homens, animais, plantas e ambientes aquáticos.

    Dá pra ganhar dinheiro e para desenvolver um país sem transformá-lo em uma roça de cana, em uma lavoura de eucalipto e privilegiando o pequeno agricultor ao invés do latifúndio grileiro, mafioso e sonegador. É só querer.

    Mas é isso o que o Governo Lula quer?! Se, mesmo com políticas de esquerda ele age assim, imagina se estivéssemos nas mãos da direita…

    []’s,
    Hélio

  2. Clairton Felicio disse:

    Helio

    Concordo com o seu post, o sionismo representa um grande perigo para a humanidade e deve ser combatido. Assim como devemos combater todos fundamentalismos , sejam islâmicos ou de mercado.
    Declaro meu apoio ao Grazziotin, aliás muito do que hoje conhecemos como “democracia burguesa” deve-se à luta dos partidos operários e socialistas europeus. Se dependesse de liberais como o Maia, até hoje as mulheres não teriam direito de votar que seria exclusividade dos “homens de bem”, ou seja, daqueles que comprovassem possuir grande patrimônio.
    O pensamento rasteiro e dicotômico de neoliberais como o Maia, que consideram “bons” todos políticos e governantes que defendem a liberalização extrema da economia e “maus” os políticos e governantes que reconhecem que o mercado não pode e não deve regular tudo, é um dos grandes responsáveis pelas mazelas da sociedade atual.
    Para este tipo de raciocínio é perfeitamente normal os desvios ocorridos no DETRAN, ou as irregularidades denunciadas pelo deputado Enio Bacci (p. ex.: o estado gasta R$ 2 milhões com segurança privada para o prédio da Secretaria de Segurança!).
    A História já comprovou sobejamente que existem bons e maus políticos/governantes de direita e de esquerda. Basta lembrar dos partidos socialistas europeus (escandinavos principalmente) e de Franklin Delano Roosevelt (Wikipédia: recuperou os EUA após a crise de 29 dando condições melhores de trabalho aos americanos, alcançando metas militares e industriais, levando energia elétrica e modernidade às regiões mais pobres do país, traçando o destino dos americanos rumo à potencia que são hoje).

  3. Caríssimos MIGUEL E MAIA,

    Não vou negar espaço a nenhum dos dois. Também não vou dar um pito em ninguém.

    Percebo que a esmagadora maioria dos blogueiros de linha parecida com a minha tenha pouca paciência com agressões, chutes, factóides ou casuísmos de toda sorte. Se, por um lado, essa maneira de conversar derruba o nível do debate, por outro lado é preciso aceitar que a quantidade de pessoas disposta a conhecer melhor pensadores articulados e meticulosos que vem discutindo política, economia e sociedade há séculos é mínima.

    Então, toda a falta de argumentos que descamba na falta de paciência com o pensamento contrário resulta não apenas na extrema dificuldade de se obter a adesão de quem não está interessado ou que, por uma série de razões, não possui capacidade de ponderar a respeito daquilo que não muda e não melhora para a maioria simplesmente porque crê que oligarquia e elite são sinônimos de ética, honestidade, capacidade de trabalho, cultura e assim por diante.

    Tenho muitas crenças pessoais que me fazem concordar predominantemente com uma linha de esquerda. Mas isso não me obriga a idolatrar a esquerda nem a achar que ela seja perfeita ou que eu deva blindá-la de críticas. Ao mesmo tempo, embora a quantidade de práticas de direita que eu considero úteis à maioria da sociedade seja significativamente pequena, não me considero um traidor da causa de esquerda ao reconhecer a necessidade/utilidade de algumas frentes desse ideário.

    Toda e qualquer virtude ou defeito da minha maneira de pensar decorrem de três fatores:

    1) Do meu desconhecimento sobre algumas práticas de direita. Mesmo assim, o fato de eu conhecer um monte de empresários bem-sucedidos e de ter feito MBA em marketing me dizem que o que eu conheço sobre a direita não é pouca coisa;

    2) De eu não ser um homem de partido, sindicato, entidade de classe ou coisa parecida: isso me mantém afastado das bases. Então, meu julgamento a respeito do que seria uma boa articulação de práticas e pensamentos de esquerda é prejudicado porque eu não sei até que ponto as reivindicações das bases são plausíveis ou não;

    3) Finalmente, de ter sido criado em um ambiente pequeno-burguês de um estado onde predomina uma forma de encarar a vida baseada em dicotomias, em antagonismos, em embates forjados a partir de uma matriz agonística na qual sempre há um bem e um mal; um belo e um feio; um forte e um fraco; um inteligente e um burro.

    Então, eu confio nos comentários que me indicam outros blogs, sites de veículos de comunicação (que eu tenho conhecimento para dissecar, assim como o Ungaretti, o Weissheimer, o Marcelo Duarte, o Azenha e outros) e livros.

    Isso prova que não existe um pensamento completo nem perfeito: o que conta pra mim é combater a hegemonia do pensamento único e procurar na própria esquerda a correção de várias de suas idiossincrasias.

    Pra terminar, que fique bem claro: erros da esquerda não significam acertos da direita.

    []’s,
    Hélio

  4. miguel grazziotin disse:

    Caro Helio,
    Em respeito ao conteudo e qualidade do seu blog, nao continuarei a discussao com este senhor Maia.
    Pessoas como esta nao deveriam ter espaço democratico, pois a primeira coisa que fariam seria calar seus desafetos. Só queria dizer que sou medico oftalmologista, com mestrado na Universidade federal de Sao Paulo, trabalhador que vive do proprio esforço, que sou socialista desde que me conhço por gente, que conheço imensamente o conteudo teorico deste pensamento, e que acho que o senhor Maia, um pequeno burgues,provavelmente pago, vem a ofender e afirmar coisas que desconhece.
    Uma ultima questao, o governo Olivio foi o unico governo apos a abertura politica, em que houve crescimento do estado, o resto é torcida e opiniao, e sinceramente, pessoas do carater, no minimo duvidoso deste cidadao, nao deveriam ter voz aqui, pois sao os mesmos que mentem e omitem quando tem poder para isto…
    Uma abraço, e retorno, com certeza, para opinar em seus artigos, mas ignorando os facistas…
    PS>Qual a difere~ça entre Obama,McCain e Clinton?
    Resposta: a mesma que entre Alckmin,Serra e FHC

  5. Carlos Maia disse:

    Graziotin, você é um lambe botas do totalitarismo. Votei na Yeda, porque Olívio foi seu adversário. Uma coisá é a roubalheira que tem sim que ser investigada e outra é a crônica dívida do Rs e o governo Yeda é o que mais está enfrentando e tentando solucionar essa crise. Todos os outros empurraram com a barriga.
    Não quero ver de novo o RS mergulhado em um governo que alimenta antagonismos e ódios que não levam a lugar algum. Nenhum país se desenvolveu socialmente alimentando antagonismos. Olívio e tu são uns equivocados. Sempre fui contra os atos do governo Bush, sou Obama desde pequeninho. E é impressionante como você — que não tem nada o que dizer — gosta de misturar alhos com bugalhos. Leia um pouco mais, please!

  6. miguel grazziotin disse:

    Uma coisa é certa, nao vou lamber os ricos como estes cidadao. E me orgulho muito de apoiar a Revoluçao de Cuba, e pra voce Maia, uma passagem de ida pra Miami……
    obs: Um cidadao como voce que tem a cara de pau de dizer que a roubalheira da Yeda é o melhor governo que o RS já teve, entao, tudo é possivel. Vá aplaudir o genocidio no Iraque e Afganistao, que voce deve achar importante pra segurança do “mundo”

  7. Carlos Maia disse:

    Fico pensando aqui com meus botões, se um camarada como o Grazziotin chegar um dia ao poder, o que ele fará? Certamente, vai fundar um Granma da vida e mandar para o paredón toda a burguesia e seus filhotes.

  8. Miguel Grazziotin disse:

    Olha só..e eu achei que o pelego de plantao Maia estva de férias……defender este encontro de burgueses em detrimento do FSM é o fim…é este cidadao é de esquerda mesmo, só se for canhoto…
    Na minha opiniao deveria ir latir nos sites de direita, lá se algum de nõs postar um post de protsto, nem é publicado….

  9. Carlos Maia disse:

    Quem falou que Arrabal (que dirigiu el arbol de Guernica que é completamente crítico ao franquismo) é franquista foi o Gerald -fuck the world – Thomas e por isso ocorreu a discussão. Essa história de que pensamento não tem fronteiras é ingênua, porque um livro custa dinheiro, a arte custa dinheiro e uma palestra também. E R$ 500,00 é um valor alto e mexeu no meu bolso, mas é investimento. Vale a pena.
    infelizmente não participei do Fronteiras no ano passado, mas quem participou disse que valeu e muito a pena. Assistir ao vivo e a cores o Luc Ferry, Michel Houellebecq, Comte Sponville, Michel Mafesolli, Camille Paglia etc. é investimento e dos bons. Semana que vem teremos o José Padilla do Tropa de Elite que é uma figura bem legal e ainda o diretor alemão Wim Wenders de Asas do Desejo, Céu de Lisboa e Paris Texas.

  10. MAIA,

    CQD, informação do não-jornalismo da RBS. Fernanda Zaffari, a colunista social que cobre eventos que deveriam ser cobertos por intelectuais.

    É dela a informação do Arrabal.

    No mais, pensamento não tem que ter fronteira. E R$500,00 é exclusão. O Clube da Luluzinha é o dos empresários que bancam para seus funcionários.

    []’s,
    Hélio

  11. Carlos Maia disse:

    Cláudia, não se pode comparar Fronteiras do Pensamento com FSM. Um está aberto a todos os gostos e ideologias e o outro é fechado para o mesmo clube da Luluzinha. Um absurdo comparar um evento com o outro.

  12. Carlos Maia disse:

    Hélio, antes de escrever se informe um pouco melhor. Arrabal não é e nunca foi franquista. Seu pai e seu tio foram mortos pelas tropas de Franco. Estou participando do Fronteiras. A palestra de Edgard Morin foi magnífica, ele fez um apanhado de maio de 68 até maio de 2008. Ele é muiiiiito bom. A segunda palestra foi a que aconteceu o episódio envolvendo Thomas e Arrabal. Houve falha da organização porque são dois excêntricos que não foram consultados se aceitavam debater um com o outro. Mas cada um deixou o seu recado. Arrabal mostrou seu lado dadaísta e fez o seu próprio teatro do pânico ou do absurdo e o Thomaz deu também seu recado: foda-se o mundo, sou mais eu.

  13. miguel grazziotin disse:

    Só digo uma coisa, na Bósnia, Em alguns paises da africa negra, na PALESTINA, aontece ou aconteceu limpeza étnica…Nos meios de comunicaçao, só se fala de um..o famoso holocausto, que a midia (dominada pelos judeus e patrocinada pelo poder economico, que é judeu em sua maioria) nao cansa de lembrar ..aconteceu..e silencia criminosamente pelos demais..nao posso ser hipocrita e dizer que nao sou contra esta seita, porque minha coerência de esvaziaria…é logico que existem pessoas boas e más em todos os locais, mas isto não é desculpa para que se incrimine quem deve ser incriminado.
    TODO APOIO AO ESTADO PALESTINO (que ironicamente é negado) e FIM AO ESTADO JUDEU( já que se os palestinos nao podem ter o seu, visto que nao são o “povo escolhido”)
    Assim é minha opiniao, nao se pode sentar num confortavel muro e pregar uma paz que só acoberta o assassinato dos pobres…

  14. claudia cardoso disse:

    Pouca coisa tem sido escrita sobre essa edição do Fronteiras do Pensamento. Lembro do lançamento da 1ª, em que até o nome do evento foi desdenhado e com razão: desde quando pensamento tem fronteira?
    O almofadinha com MBA Fernando Schüler tb quase gozava ao se referir a esse grande evento, querendo compará-lo ao FSM… Quanta inveja demonstrada!!!
    Mais as críticas em relação ao valor: 500 reais por cabeça, pacote completo, sem que pobres mortais pudessem pagar por apenas aquela palestra de gente que valia a pena ouvir. Tal modalidade de ingresso não foi disponibilizada nessas duas edições.
    O que me chamou a atenção, foi o out-door desenvolvido para essa edição do FP. Aparecem alguns palestrantes como se fossem super stars, naquela
    tradicional imagem de capa de álbum ou cartaz de cinema. Achei de extremo mau gosto. Não sei se eu gostaria de ser representada dessa forma, caso fosse uma das painelistas.

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