GRÊMIO: ROTH FICA E PELAIPE SAI?!

Um comentário sobre “GRÊMIO: ROTH FICA E PELAIPE SAI?!”

  1. Em 1998, o Roth deu certo. Seria importante analisar as circunstâncias e as causas.
    Há treinadores que prescindem de dirigente (Luís Felipe). Aliás levam dirigentes balaqueiros nas costas.
    Outros, ao contrário, são muito competentes no ofício, mas precisam do alter ego para compensar inseguranças. Um dirigente que não deixe fazer as bobagens do jogo do juventude. Óbvias, contundentes e evitáveis.

  2. “Da última vez que o GRÊMIO trocou de técnico várias vezes em um ano, caiu para a Série B em 2004.”

    Senti que uma boa parcela da torcida pensa a mesma coisa.

    Talvez a permanência do Roth seja o ‘mal menor’.

  3. Hélio, até concordo com a idéia da temeridade de se trocar treinadores muito seguidamente, mas se tem um momento bom para a saída daquele que nunca deveria ter vindo é AGORA.

    O Grêmio vai ficar sem participar de competições por pelo menos um mês até o início do Brasileirão. É um bom momento de vir um novo técnico – Tite não! -, analisar o plantel, dispensar alguns, contratar outros, estabelecer padrão tático em treinos… É como se fosse uma pré-temporada!

    Por isso, meu camarada, acho que tua argumentação não serve. Se fosse em meio a partidas, a um calendário em andamento a mil, eu penderia a concordar 100%, mas não é o caso.

    FORA ROTH, sem falar de Odone piada e Pelaipe loucão…

    Grande abraço!

  4. Desculpe, mas o tempo aqui na Lan acabou e tive que enviar apenas uma parte do comentário, que nem sei se chegou a tempo. Então, como ia dizendo. A culpa não é apenas do Roth. Pelaipe foi uma peça ainda mais fundamental para esse semestre infeliz. Para começar, nem sequer tivemos um planejamento. Claro, afinal, quando você contrata um técnico sem saber de suas características, não se pode chamar isso de planejamento. Foi exatamente o que ocorreu com Mancini. Era tachado de “ofensivo” demais, mas ele sempre fora assim, desde o que trabalhara no Paulista, e parece que Pelaipe pensou que ele poderia se tornar um técnico com características próximas a Mano Menezes e Felipão. Depois Pelaipe demite Mancini, a pedido de Paulo Odone, e contrata Celso Roth. Mas pelo retrospecto do Roth, em que seus últimos oito anos passou por nove clubes, dá para acreditar em planejamento a longo prazo? Eu tentei acreditar que sim, mas não dá para ter essa ilusão por muito tempo. Reconheço os méritos do Pelaipe, não sou um daqueles que o acha tudo de ruim neste mundo, só que não dá mais para agüentar tantos erros cometidos em tão pouco tempo. Já Paulo Odone, a sensação que eu tenho, é que ele perdera um pouco do prazer que tem no cargo, talvez já esteja com a cabeça voltada para a Grêmio Empreendimentos. Sobre os técnicos, aí eu concordo com você, que não há opção segura e viável financeiramente para o Grêmio. No entanto, permita-me fazer uma pergunta. O Grêmio de 2005, quando teve que reformular quase todo o seu elenco já nas primeiras rodadas da Série B, e que contava com Mano Menezes, que ainda não se tornara um técnico consagrado, não passava por um momento mais frágil do que agora? Mano Menezes era um técnico pouco conhecido no Brasil a fora, era uma aposta, mas acima de tudo, uma aposta para o futuro. Celso Roth é uma tentativa de ressuscitar um trabalho que não funciona, afinal, ele não pára em clube nenhum. Por isso, eu acho necessária a mudança de técnico.Tite está manchado, mas ainda sim, tem um passado de respeito no Grêmio. Agora preciso ir, antes que o tempo termine de novo. E desculpe se houve falhas no texto e até mesmo erros ortográfico, é que eu fiz isso correndo. Ah! Antes disso. Você sabe alguma coisa se a Puma continua no Grêmio em 2008 ou teremos mesmo uma nova fornecedora? Saudações! =D

  5. Desculpe Hélio, geralmente concordo com seus artigos, mas não concordo com a permanência de Celso Roth. Vamos aos fatos, ele teve mais de 50 dias trabalhando com esse grupo, tudo bem, ele não indicou esses atletas. Agora, você não acha que ele dizer isso agora é um puro oportunismo? Por que não dizia antes da corda apertar em seu pescoço? E quando você pega o currículo do Roth, você se assusta, pois ele jamais passou de dois anos num mesmo clube, em 20 anos de carreira. Como é possível pensar num trabalho a longo prazo com Roth? E mesmo sem tantos jogadores no departamento médico, que de fato, atrapalha e muito qualquer técnico, a salada que ele fez contra o Juventude não se justifica. Ele errou feio em todo esse processo. Depois eu escrevo o resto…

  6. Hélio,

    Quase nunca comento teu blog, mas leio em situações de crise, como o “Palanque’ nas prévias do PT e o ‘Apito’ agora.

    Achei muito interessante a idéia e faria o mesmo, no comando do Grêmio, mas acho muito pouco provável a coerência nesse momento. A torcida quer cabeças na bandeja, e a de Roth é a mais fraca. É evidente que quem montou esse time foi Pelaipe, mas ele tem créditos, por ter montado os times que conseguiram bons resultados em ’06 e ’07.

    Só discordo quando tu falas mal dos estaduais. Pré-temporada? Sem dúvida. Deficitários? Com certeza. Prejudicam times com ambições maiores? Perfeitamente. Só que temos apenas duas opções: ou eles, ou um campeonato brasileiro de ano inteiro. Um torneio regional é tão inútil quanto, enfraquece os pequenos, não tem rivalidades regionais e é artificial, pois não tem tradição alguma. A tradição pode ser uma ‘abstração’, mas é o que leva gente aos estádios, não adianta.

  7. Fica Roth???

    Não fiquei convencido com teus argumentos.

    Não gosto do estilo brucutu dos times do Roth e ainda não esqueci algumas mancadas como deixar o Ronaldinho na reserva no auge da juventude, a lamentável postura do Grêmio na semi-final de 98 contra o Corinthians após brilhante atuação anterior entre outras. Não vejo capacidade, ou inteligência, nele em mudar um situação em que a estratégia inicial não deu certo, como domingo passado. Acho que é somente um ex-preparador físico que assumiu a condição de técnico. O limite dele é esse que nós estamos vendo. Se ele ficar, no máximo na décima rodada estará demitido e aí um novo treinador para remontar os estragos.

    Lendo a ZH de hoje encontrei um declaração do Odone interessante – “não temos dinheiro para contrações”. Quando a coisa aperta ele clama pelas dificuldades da instituição, mas o que ele está fazendo para resolver isso?

    Não vejo, ou leio, uma linha que aponte para um norte saneador das finanças. Assim, com esse entrave vamos ficar sempre patinando.

    Um dia ocorrerá uma melhora é minha esperança e espero estar vivo até lá.

    Abraços, não está morto quem peleia.

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