ARENA: ESCLARECIMENTO DO PROJETO AO CONSELHO

Hoje, o Conselho Deliberativo do Grêmio Football Porto-Alegrense terá a primeira reunião para

que todos os conselheiros recebam todas as informações possíveis, façam bastante perguntas, tenham acesso a documentos e recebam uma explanação sobre todo o processo que deverá desembocar na construção da Arena, que será a nossa nova casa.

Como há 83 novos conselheiros, uma oposição atenta e uma situação em maioria, o que importa é acompanhar o desdobramento dos fatos. O Movimento Grêmio Novo é honesto e cheio de proposições interessantes. Não creio que tenha faltado algum cuidado técnico, ainda mais sabendo que o vice-presidente Eduardo Antonini é um craque na sua área. E ele terá bastante trabalho, pois serão pelo menos duas reuniões. A primeira, na noite de hoje, 22/11. A segunda, no próximo dia 26.

Estou publicando abaixo a revisão do longo relato que dei a respeito da reunião que assisti no período pré-eleitoral no clube em um dos comentários anteriores me levou a conclusões prévias bastante preocupantes. De coração, espero que não precisemos mesmo nos preocupar com tais suposições. É tudo uma questão de ponto-de-vista, tal qual o princípio do copo com água até a metade: uns, consideram-no meio cheio; outros, meio vazio.

A intenção do Conselheiro Fiscal e dos 50 eleitos pela chapa 3 é o de fazer uma oposição crítica, porém propositiva e apaziguadora, evitando que decisões sejam tomadas de maneira autoritária e sem questionamento. O principal é contar com a participação do maior número possível de conselheiros na vida do clube. É esse mote que levou grande parte do Conselho e muitos associados a se manifestarem contra a cessão da vaga de presidente do clube ou da Grêmio Empreendimentos para o ex-governador Antônio Britto (sabidamente um gestor incompetente e um conselheiro ausente).

Retomando o episódio eleitoral e seus desdobramentos, infelizmente, o presidente Odone não reagiu de maneira positiva não foi nada positiva nem em função da declaração dos conselheiros Debiagi, Ferrer e Sommer no debate do dia 25/09, nem sobre sua rixa pessoal com o ex-vice-presidente Carlos Josias (que envolveu uma acusação triste, precipitada, constrangedora e totalmente infundada, que pode até ser interpretada como uma visão racista), nem tampouco em função dos problemas judiciais pelos quais passa o ex-vice-presidente Flávio Vaz Neto. Afinal de contas, até prova em contrário, não há nenhum envolvimento comprovado de nenhuma outra pessoa ligada ao Grêmio em dívida com a Justiça. Sendo assim, ninguém acusou ninguém, ninguém ofendeu ninguém.

Confio muito no poder conciliador e no bom senso do julgamento do novo presidente do Conselho Deliberativo, dr. Raul Régis de Freitas Lima, um grande gremista que fez muita falta ao clube por ter passado alguns anos afastado.

O que deve preocupar a todos os associados é o acompanhamento de quem irá conduzir todas as negociações, quem irá ganhar mais, quais os direitos e obrigações do clube, cronograma e, acima de tudo, lisura dos contratos de parceria e que haja especial cuidado com a origem do financiamento e com o pagamento do investimento. Diante de todo esse quadro, o que 53.000 associados que contribuem com o clube mensalmente pedem transparência, atenção, cuidado, precaução, fiscalização e envolvimento.

Para relembrar, finalmente o relato daquela reunião e minha opinião, logo abaixo. Agradeço aos conselheiros Cacaio Azambuja e Roberto Sommer pelas devidas correções que estão neste texto, pois o anterior possuía diversas incorreções de minha parte, pois não levei gravador. Da mesma forma, como a vivência deles de Grêmio é maior do que a minha, algumas impressões que eu tinha anteriormente foram corrigidas.

Naquele contexto, meu relato produziu um certo desconforto. No entanto, tanto alguns leitores apressados como a própria mídia polemizaram demais em cima de algo que considero perfeitamente normal: pessoas que conhecem determinadas áreas do conhecimento expressam sua opinião com base em sua experiência profissional, instituucional e de vida até aquele momento. Eu apenas repercuti, assim como continuarei a repercutir.

Lamento apenas que a Rádio Bandeirantes tenha citado este blog de uma forma tão polêmica. Por outro lado, agradeço à leitura correta e experiente do colunista Hiltor Mombach, que também me citou no Correio do Povo sem a prerrogativa de causar estardalhaço. Afinal de contas, fatos são apenas isso: fatos.

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“Na noite de quinta-feira, 25/09/2007, assisti a um debate na Associação dos Delegados de Polícia Civil do RS nas imediações do Estádio Olímpico, com os (agora eleitos) candidatos ao Conselho Deliberativo pela Chapa 3 Grêmio Unido e Imortal engº Paulo Roberto Ferrer, arqº Debiagi e consultor financeiro Roberto Sommer para explanar ao associado tudo o que eles pensavam e sabiam sobre a Arena.

Debiagi disse que não há espaço urbano disponível para realizar um novo estádio de futebol no município de Porto Alegre que não seja no Humaitá. Toda a zona sul de Porto Alegre ainda não-urbanizada conta com muitos morros, sem nenhuma área suficientemente extensa para abrigar um empreendimento desse porte.

Afirmou ainda que, inevitavelmente, Porto Alegre terá metrô. O Trensurb tem previstas conexões com novas linhas e estações que ainda não existem. Contudo, não há como saber se, até 15/09/2011 (período sugerido até o momento para a conclusão da arena), essas instalações estarão disponíveis.

O segundo debatedor, Roberto Sommer, disse que, quando o Grêmio estava em uma situação de penúria bem pior do que a atual (no 2º semestre de 2004), ele procurou, na sua ampla e polpuda rede de contatos, alguma solução através de fundos de investimento para tentar encontrar alguma solução para a impagável dívida do clube. Isso foi lá pelos idos do final de 2004.

Nenhum de seus contatos em banco algum e em fundo de investimento algum (inclusive no exterior) deu crédito ao Grêmio.

Quanto a outras alternativas de resgate financeiro do clube, publicamente, nada se sabe a respeito. Mas a primeira POSSIBILIDADE tecnicamente estudada (note bem: possibilidade não é sinônimo de solução) foi sugerida pelo próprio Sommer. Ele propôs a venda da área da Azenha para pagar dívidas e a construção de um novo estádio em outro lugar, bancado por investidores. Segundo esse modelo, para o Grêmio não precisar pagar os credores com o dinheiro destinado à viabilização da parceria e demais custos, deveria abrir uma empresa “laranja”. Tudo com base na lei.

Meses depois, já em 2005, Sommer entregou a proposta aos cuidados da direção e do Conselho. Naquela oportunidade, o estodo foi arquivado.

O engenheiro Paulo Roberto Ferrer afirmou que o Grêmio nunca teve uma gestão de patrimônio capaz de fazer com que o desatualizado, defasado, desconfortável e pouco seguro Estádio Olímpico Monumental chegasse ao ponto em que chegou. Tecnicamente, o especialista explicou que todo aparelho precisa de manutenção constante, pois ele começa a se deteriorar no exato momento em que sua construção estiver concluída. É preciso haver uma política de manutenção, a fim de fazer com que a vida útil do aparelho dure mais tempo do que o esperado e um plano diretor.

Das quatro etapas da manutenção, a mais básica e corriqueira é a troca de lâmpadas, instalação e conserto de interruptores, torneiras, etc. Em uma situação ideal de povo educado e responsabilidade judicial, não deve haver depredação do equipamento. Ao mesmo tempo, há o desgaste contínuo em função do uso sistemático. Como meu pai também era engenheiro e me ensinou muitas coisas, das quatro etapas de manutenção, a restauração é a mais cara e a que mais toma tempo. Ela exige que se refaça a estrutura, que é a parte que dá segurança e robustez à obra. Isso requer a substituição de vigas de concreto, cobertura, degraus, etc.

Há, ainda, as obras não-estruturais, cujo objetivo é proporcionar ou maior conforto, ou alguma economia, ou divisões de espaços no anel externo a fim de obter maiores receitas através do consumo, além de melhorias necessárias e atualizações tecnológicas e de atendimento ao torcedor-consumidor e ao atleta.

Também enfatiza que a futura Rodovia do Parque não passará perto da Arena, assim como a área alagadiça perto da FIERGS exige um investimento muito mais alto e o acesso via Assis Brasil favorecerá engarrafamentos bastante extensos.

Para ele, a área da Azenha é privilegiada em termos viários, pois há avenidas dispostas de forma radial ao seu redor, possibilitando chegadas e saídas de e para várias regiões da cidade (zonas sul, norte, leste e Centro). Disse, ainda, que o tradicional adversário está mal servido, pois fica no caminho rumo à zona sul e possui apenas uma avenida de chegada e saída.

Especialista em rodovias, Ferrer disse que não há como a Arena ser construída grudada na BR-116 ou mais próxima do caminho rumo à Freeway, pois as entradas e as saídas do fluxo da e para a cidade em direção a ambas as rodovias possuem poucos pontos, que são bem determinados.

Contudo, ele lançou várias ressalvas:

a) Düsseldorf, uma pequena cidade alemã cuja área metropolitana possui população e área semelhantes às de Porto Alegre (1,35 milhão de habitantes distribuídos em cerca de 480 Km2), possui um estádio moderníssimo, duas torres de salas comerciais de 26 andares, outras duas torres com um dos maiores hotéis Sheraton da Europa e um shopping center com o dobro do tamanho do Shopping Iguatemi. No entanto, não dá pra comparar o salário da classe média alemã em euro;

b) A Kyocera Arena do Clube Atlético Paranaense aumentou muito o preço dos ingressos e a média de público caiu vertiginosamente. O conceito de “arena multiuso” consiste na utilização do estádio para shows. Todavia, o Atlético-PR sediou seis shows no primeiro ano, dois no segundo, um no terceiro e agora, nestes nove meses de 2007, NENHUM EVENTO;

c) O faturamento médio de cerca de £380.00 mensais do Arsenal em cada assento no Emirates Stadium só é possível porque o salário médio do inglês é de cerca de £2.000.00, já descontados os impostos (fonte: designer Caco Vaccaro, residente em Londres).

Falando não como técnico em malhas viárias mas, agora, como torcedor, Paulo Roberto Ferrer apresentou recortes de jornais do final de 2006, onde mostrou-se extremamente desconfiado: quanta coincidência! Ninguém havia sequer mencionado fora do Conselho Deliberativo a proposta da arena apresentada por Sommer. O clube não estava procurando ninguém para fazer os primeiros estudos – aqueles mesmos estudos fundamentais citados pelo arquiteto Debiagi (econômico, ambiental, jurídico, governamental).

O momento forte da fala do engenheiro Ferrer foi quando afirmou sentir-se muito preocupado desde o final de 2006, quando vazou o assunto da arena na imprensa. Ferrer considera tal manobra como uma maneira de criar um fato novo na mídia naquela época, a fim de abafar o ano impressionante de 2006 do tradicional adversário.

Todavia, sua preocupação aumentou ainda mais quando viu que o excelente plantel do Grêmio de 2006 estava sendo desmantelado e, ao invés de ouvir seu presidente dizer que iria tentar manter vários dos jogadores (citou Rômulo, Rafinha, Hugo, Geovânio, Herrera, dentre outros), responsáveis por uma campanha inacreditável para quem recém havia voltado da Série B, continuava o papo sobre a arena.

Comentou ainda o fato de, já em 2007, Odone ter dito após um jogo no Olímpico que, quer queiram ou não, “a arena vai sair de qualquer jeito”. Esta é uma postura, na minha opinião, avessa ao debate, pois demonstra não tolerar uma opinião contrária nem mesmo como forma de construir um clube melhor para todos. Trata-se de uma prática autoritária lamentável.

Com isso, o conselheiro Cacaio pediu a palavra e leu os principais pontos da ata de uma reunião do Conselho Deliberativo ocorrida em maio de 2007. Para espanto geral de todos os conselheiros presentes, vários dos pontos relacionados à Grêmio Empreendimentos S.A. (empresa responsável pela administração do empreendimento do novo complexo) lavrados no documento não haviam sido debatidos na reunião. Portanto, segundo as palavras de Antônio Carlos Azambuja, na calada da noite, alguém teria lavrado a ata com tópicos que sequer haviam sido discutidos em relação à Grêmio Empreendimentos.

Todos os já conselheiros do Grêmio, presentes ou não à reunião de maio, que estavam presentes no debate, ficaram estupefatos. O que todos haviam entendido era que haviam tão-somente autorizado a existência da empresa Grêmio Empreendimentos e que seus termos e a parte que caberia ao clube seria determinada a partir de um estudo jurídico e que seria uma etapa posteriormente posta para apreciação do Conselho Deliberativo (CD).

Dentre os trechos lidos pelo conselheiro Cacaio, uma enorme contradição e uma série de interrogações. Por exemplo: primeiro, a Grêmio Empreendimentos será ou uma sociedade anônima, (SA), ou outro tipo de pessoa jurídica/econômica qualquer de acordo com a situação, com a necessidade, com o(s) investidor(es). Segundo, que a Grêmio Empreendimentos pertencerá integralmente ao Grêmio (50% +1). No entanto, mais adiante, fala que a Grêmio Empreendimentos poderá mudar de nome, ser adquirida total ou parcialmente, fundida ou extinta com o andar da carruagem!!!

O consultor Sommer então comentou que as reuniões do CD do Grêmio em 1999/2000 sobre a parceria com a ISL tiveram exatamente o mesmo caráter, isto é, de falta de informação e de atas redigidas após a reunião.

Dada a falta de crédito e a insolubilidade da dívida tricolor, Sommer deu a entender que UMA DAS POSSIBILIDADES de alguém investir mais de 500 milhões no Grêmio seria através de dinheiro não-declarado.
Observem bem: isso não é suspeita sobre ninguém nem confirmação de absolutamente nada. É a opinião de um técnico experiente, cuja função é a de fiscalizar e de prevenir a todos dentro do clube contra tal possibilidade. Tomara que tudo esteja muito bem encaminhado em relação à captação de recursos. Mas isso só será sabido assim que o projeto for efetivamente posto para apreciação do Conselho Deliberativo.

Sinceramente não vi, em nenhum momento, nenhuma ameaça política ou pessoal nem ao projeto da Arena do Grêmio, nem a quaisquer integrantes do Conselho de Administração do clube. Daí, ficou muito chata a ameaça do presidente Odone em renunciar. Afinal de contas, a maior preocupação que eu percebi no debate era muito mais no sentido de evitar que o clube cometesse um erro grave do que o de responsabilizar alguém.

Paulo Roberto Ferrer acrescentou lendo uma matéria do Terra sobre o caso Corinthians, onde citou o trecho que diz que o russo Boris Berezovsky (dono da empresa MSI, representada pelo testa de ferro Kia Joorabchian) utilizou o futebol apenas para entrar no Brasil. Segundo a matéria, ele estaria interessado em investir no mercado financeiro, no agronegócio, no biodiesel e…

…Já que o futebol não deu certo no Corinthians e que a Arena do Grêmio envolve um gigantesco esquema financeiro para ser erguida sob termos explicados segundo a ata da reunião do CD de maio último, caso a condução de todo o processo não seja competentemente fiscalizada, o clube corre, sim, riscos financeiros e de credibilidade bem mais graves do que o que verificou-se no caso ISL.

Pessoalmente, não considerei isso nem excesso de alarmismo, nem pessimismo, nem tampouco um argumento eleitoreiro barato: afinal de contas, é preciso, sim, ponderar. Ponderar bastante.

Intervenções menos importantes: o jornalista e agora conselheiro eleito Fernando di Primio viajou recentemente para Lisboa e disse que o Grêmio é maior do que o Sporting e poderia muito bem crescer a partir da construção de um estádio e de um entorno tão belos e lucrativos quanto o estádio José Alvalade.

Outro associado (também provavelmente conselheiro ou candidato na chapa 3), vinculado à FIERGS, disse que a sede da FIERGS era no Centro e que muitos disseram que não iria dar certo lá na Assis Brasil, uma região de banhado próxima ao terreno que um empresário afirma que doará ao Grêmio desde que o Grêmio invista nas devidas benfeitorias. Ele ressaltou que o Teatro do SESI é altamente lucrativo e que a entidade cresceu muito com um novo centro de convenções.
Diante das informações acima, toda a oposição responsável, construtiva e com conhecimento técnico e político apurados é extremamente bem-vinda. É muito dinheiro envolvido e uma quantidade imensurável de interesses. Sei que não é possível acusar ninguém nem agourar o esforço necessário para erguer o empreendimento. Contudo, cautela e canja de galinha não fazem mal a ninguém.

Justamente por causa desse episódio, o clube está dividido. No entanto, toda oposição responsável, madura e atuante é sempre muito bem-vinda. E todas as articulações da situação que ocorram com excesso de otimismo e de confiança em terceiros precisam ser analisadas com muita, muita parcimônia.

Mas a divisão no Grêmio só é forte durante o período eleitoral. As diferenças ideológicas, profissionais, de personalidade e de capacidade de gestão entre todos acaba sendo minimizada com o andar da carruagem.

Nesse ponto, não sei se isso é positivo ou não.”

____________________
Que fique bem claro: sou a favor do Grêmio, não sou preconceituosamente contra ninguém. Contudo, os fatos que chegam até mim cuja veracidade tenho como comprovar serão publicados, seja repercutidos através da mídia, seja através de informações a partir de fontes amigas e de ilibada idoneidade que trabalham para o clube. Quando eu tiver publicado algo equivocado, podem pedir direito de resposta ou retratação. Afinal de contas, este blog, ao contrário de outros, defende a discussão educada a partir do conhecimento. Sou veementemente contra o pensamento único.

Preocupo-me com o futuro de uma entidade esportiva centenária em função de seu apelo afetivo e de entretenimento absurdamente gigantesco na vida de milhões de torcedores espalhados pelo mundo inteiro. Em Porto Alegre e no Rio Grande do Sul, o Grêmio representa até mesmo um forte elemento de identidade e de coesão de parte da sociedade.

O significado de tudo isso é enorme, até porque a Arena irá modificar não apenas a vida do Grêmio e do torcedor do Grêmio mas, sim, terá uma poderosa influência na paisagem urbana de Porto Alegre. O impacto econômico da sua construção, do trânsito, do comércio, do meio ambiente e da vida em geral relacionada a esse microcosmo não pode ser desprezado: muito mais do que uma mera questão esportiva ou de interesse direto e imediato do clube e de seus futuros investidores, há um interesse social, que afeta todo e qualquer porto-alegrense, independentemente de gostar do Grêmio ou não.

COM O GRÊMIO ONDE O GRÊMIO ESTIVER! [;)]

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2 comentários em “ARENA: ESCLARECIMENTO DO PROJETO AO CONSELHO
  1. […] isso é anos-luz mais digno e relacionado ao futebol do que fazer cortina de fumaça alardeando a ARENA de forma mesquinha, baixa e infeliz, a fim de desviar a atenção da mídia para o então recém-conquistado título […]

  2. Jorge Vieira disse:

    Tche Hélio!

    Enfrenta a questão sem timidez e terá os apoio dos gremistas que acompanham o blog e dos milhares que terão o benefício da dúvida. O Grêmio não pode repetir o erro da ISL e cornetear é nosso dever.

    Força e toca o barco.

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