APOCALIPSE MOTORIZADO

Graças a uma série especial da Agência Carta Maior (LEIAM TODOS OS LINKS) premiada pela CNT sobre o horroroso trânsito de São Paulo (não muito pior do que o de Porto Alegre ou do Rio de Janeiro), encontrei o link deste incrível blog feito por um ciclista, a fim de conscientizar o cidadão de que o rodoviarismo é egoísta, polui e deteriora a qualidade de vida ao reduzir o homem a um mero objeto, diminuindo também os espaços de convivência.

Seu nome não podia ser melhor: APOCALIPSE MOTORIZADO.

Outra dica relacionada ao tema é o livro do argentino Guillermo Giucci: VIDA CULTURAL DO AUTOMÓVEL, da Civilização Brasileira, edição de 2004. Esse livro fala sobre o impacto da indústria automobilística na sociedade, principalmente através de outras formas de consumo oriundas dessa cultura.

Por último, todas as quintas-feiras às 22h na ESPN BRASIL (o melhor canal da televisão brasileira sem nenhuma possibilidade de comparação com qualquer outro), aprendam, conscientizem-se e, acima de tudo, deliciem-se com o programa AVENTURAS COM RENATA FALZONI. A apresentadora é uma ciclista de carteirinha.

Enquanto isso, Porto Alegre tem uma semi-rodovia urbana chamada 3ª Perimetral que nada mais é do que o alargamento de um antigo espaço de fluxo entre avenidas que ligam o aeroporto à zona sul da capital guasca. Será fiinalizda com a entrega do viaduto Tio Briza (Leonel Brizola, para os não-íntimos), que fica na saída da cidade pela BR-116, com destino a Canoas, nas imediações do Aeroporto Internacional Salty Son (Salgado Filho, para os não-debochados).

Ela passa a duas quadras e meia do meu prédio, também em uma avenida de tráfego insuportável, que deixa o clima calorento e as noites de sono mais curtas em função do barulho dos motores e dos eventuais acidentes.

AH! E já está saturada…

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3 comentários em “APOCALIPSE MOTORIZADO

  1. Eu moro perto da Avenida Independência. Qualquer “peidinho”, aquilo ali congestiona… Certa vez estava em um ônibus na frente da Santa Casa, decidi descer ali mesmo ao invés de na parada seguinte (mais perto de onde moro), de tão trancada que estava a rua. Cheguei em casa bem antes do que teria chegado se ficasse dentro do ônibus.
    E quanto às bicicletas: enquanto na Dinamarca a faixa para bicicletas é respeitada, aqui em Porto Alegre ela só existe aos domingos e feriados (e em poucas ruas), e ainda por cima é desrespeitada…

    Abraços

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