[GER 6] KARLSRUHER SC 1×4 FC BAYERN MÜNCHEN


FC Bayern München – Website

Como é que um velocista nascido para das assistências como o “Frankenstein” Ribéry e o goleador nato Luca Toni não vão sorrir de orelha a orelha com um time desses, hein?!

A vítima da vez foi o Karlsruher SC, recém-promovido à 1.Bundesliga que, mesmo em casa, não foi capaz de ameaçar os bávaros do genial Ottmar Hitzfeld.

Ainda invicto, porém sem a mesma desenvoltura das primeiras rodadas, o Bayern já estava suscetível a algumas desconfianças em relação ao verdadeiro padrão de seu grande time. No início, derrotou com muita autoridade ao FC Hansa Rostock na estréia por 3×0; goleou inesperadamente ao atual vice-campeão alemão Werder Bremen por sonoros 4×0 fora de casa; com total tranqüilidade, superou também o Hannover 96 por 3×0. No entanto, vieram dois empates consecutivos: contra o forte Hamburger SV (fora) e contra o terceiro colodado da temporada passada, o estável FC Schalke 04 (no Allianz Arena) por 1×1. Para completar esse clima, a estréia na UEFA Cup contra o modesto Belenenses/POR apresentou uma macérrima vitória por 1×0 em Munique, no meio da última semana.

Esse conjunto de resultados decrescentes fez a luz amarela do semáforo piscar intermitentemente no vestiário do Bayern. Felizmente, o técnico é Ottmar Hitzfeld, um grande vencedor, assim como o presidente Karl-Heinz Rummenigge, o eterno ídolo Franz Beckenbauer e o eterno goleador Gerd Müller. Todos esses monstros sagrados estão no Bayern não apenas por gratidão do clube mas, sim, por competência administrativa e, acima de tudo, pela identificação e capacidade de exigir sempre o máximo de seus comandados.

Então, o tamanho do clube e a importância de obter lucros financeiros e de satisfazer plenamente ao seu cliente (o associado) na maior quantidade de partidas possíveis por temporada possui uma retaguarda fortíssima, que vai muito além do mero investimento em jogadores de ponta.

Sim, pode haver uma má fase, desde que ela seja curta e não apresente goleadas nem derrotas sucessivas. Sim, as derrotas e os empates acontecem. Todavia, é inadmissível “dar mole pra mané”. Muito provavelmente, tal mentalidade só exista efetivamente fora do FC Bayern München apenas no Manchester United, no Barcelona, no Real Madrid, no Milan e, na América do Sul, provavelmente apenas no São Paulo.

Hoje, os bávaros retomaram seu caminho de vitórias e retomaram a liderança da 1.Bundesliga fora de casa, ao aplicarem 4x1no Karlsruher FC. Parece pouco e não deveria representar mais do que a obrigação vencer a um clube que recém subiu da 2.Bundesliga. No entanto, era preciso, acima de tudo, retomar a tranqüilidade.

Logo aos 5 minutos, o volante holandês Mark van Bommel (para mim, uma das piores vendas do Barcelona, pois ele é muito bom marcador e possui um passe perfeito) faz um lançamento do outro lado do campo, pela direita, até a entrada da grande área, onde a bola encontra o centroavante Luca Toni. O italiano então domina com o pé direito e bate colocado de canhota, encobrindo o bom goleiro Markus Müller: 1×0. Toni marcou seu quarto gol em quatro partidas pela 1.Bundesliga.

Com o gol inicial, o Bayern cedeu o meio-campo ao Karlsruher, com o objetivo de conter o avanço do time da casa na intermediária do campo defensivo do visitante, saindo rapidamente no contra-ataque. Aos 20′, a tática funcionou: o jovem lateral-direito Christian Lell carregou a bola até o turco Altintop. Ele chutou forte e o goleirão Müller defendeu parcialmente. Mas lá veio Miroslav Klose assinalar com oportunismo o seu quinto gol em cinco partidas disputadas pela 1.Bundesliga.

Definitivamente, até o momento, a média de gols por partida de Klose e Toni é algo fora do normal nesta temporada 2007/2008: juntos, os dois assinalaram nove dos dezesseis gols do Bayern em apenas seis rodadas.

No 2º tempo, logo no início, aos 49′, Altintop, que havia quase marcado o gol no chute cujo rebote sobrou para Klose, merecidamente marcou o seu, após cruzamento perfeito do lateral-esquerdo Marcell Jansen, que substituiu o ótimo Philipp Lahm, poupado.

Pouco depois dessa definitiva ducha de água fria nos 30.702 espectadores locais, um breve alento: aos 52′, Görlitz cobrou um arremesso lateral para dentro da área visitante, que encontrou Porcello. O atacante de azul tocou com calma, por entre as pernas do zagueiro Lúcio, sem chances para o goleiro Oliver Kahn alcançá-la.

O gol empolgou o Karlsruher que, apesar da torcida e de boas estocadas, não oferecia maior perigo a Kahn.

Finalmente, aos 75′, o brasileiro Zé Roberto deu números finais ao placar, completando um chute cruzado após tabela envolvente entre Lukas Podolski e Miroslav Klose (a dupla de ataque alemã na Copa do Mundo de 2006).

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