CASA DE YEDA PODE DESVALORIZAR IMÓVEIS EM CHÁCARA DAS PEDRAS

2008 Dezembro 15

Clique na foto e descubra o que faltou à investigação do MP/RS

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JEFERSON MIOLA publica no seu excelente blog BIRUTA DO SUL uma nova preocupação que supera as suspeitas que têm sido investigadas desde o final de 2006, penetrando já na minha especialidade ou, seja, na solução de problemas através do ATIVISMO EM REDE que visa pressionar o poder a fim de evitar prejuízos e de melhorar a qualidade de vida de pequenas comunidades.

Por uma questão de coerência, não posso compactuar com aquilo que meus valores consideram como incompetência, burocracia ou injustiça contra quem quer que seja. Isso independe de ideologia, partido, cor, sexo, religião ou local de pertencimento. E independe também do poder aquisitivo dos envolvidos.

Pois bem: a declarada subvalorização da casa que a (des)governadora adquiriu no bairro Chácara das Pedras (estamento A) em Porto Alegre pode, sim, desvalorizar todas as casas do bairro em aproximadamente 50%. Essa é uma redução compulsória, involuntária e indesejada do patrimônio de alguns milhares de habitantes daquela região.

Ora, se eu defendo a ORLA; se quero o NOVO OLÍMPICO na Azenha e se apelo para que não arrefeça o ímpeto da ajuda aos irmãos de SANTA CATARINA, nada mais natural do que também combater outra falha grave que pode atingir bastante gente – mesmo que, no caso, muitos sejam ricos e tenham dado o seu aval para o desgoverno que está aí.

Afinal de contas, fora as entidades patronais, empresariais e classistas e sua pressão financeira e simbólica sobre a política partidária e sobre o poder público, até mesmo as pessoas mais endinheiradas precisam aprender a defender interesses da sua rua e do seu bairro que afetem a sua família e a sua individualidade. Eles não sabem pensar coletivamente e precisam fazê-lo, a fim de envolverem-se sem ranço com a maioria da população que vivem em necessidade.

Enquanto os ricos não aprenderem a ser social e comunitariamente responsáveis, não teremos uma sociedade madura, ética, honesta, culta e suficientemente solidária e produtiva.

Os mais conservadores, ao ignorarem esse tipo de atitude, estarão sempre compactuando com um problema que não é mais dos outros mas, sim, de todos – inclusive deles. SAIBAS MAIS e aprofunde-se no conhecimento técnico de quem investiga a suspeita cada vez mais elementar a respeito da ESPECULAÇÃO IMOBILIÁRIA em nossa capital.

Pra não restar a menor dúvida, LÊ A PESQUISA do economista MAURO SALVO, analista do BANCO CENTRAL DO BRASIL em PORTO ALEGRE.

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