R.E.M.: DEPRESSÃO PÓS-SHOW

Ao contrário da impressão do repórter especializado, achei o som quase cristalino, com pouco abafamento e pouquíssima reverberação, Basta apenas comparar com Olímpico, Beira-Rio, Jóquei, Gigantinho e Anfiteatro Pôr-do-Sol. Pode até ter a ver com a qualidade do equipamento da turnê, mas a parafernália do RUSH em 2003 me pareceu a mais sofisticada que já passou por aqui. Também assisti à POP MART do U2 no Morumbi em 1998 , ao RED HOT CHILI PEPPERS em 2002 e achei o som do R.E.M. beeem melhor.
A localização do estádio Passo d’Areia é excelente para quem vem do Centro, da Grande POA e via 3ª Perimetral, contemplando a zona norte – disparado a mais populosa da cidade.
Os quatro pontos negativos: ausência de estacionamentos particulares e públicos ao redor do estádio; iluminação pública muito fraca nas ruas do entorno do estádio; inadmissível e excludente “área VIP”, que mata a sociabilidade e a interação, cortando totalmente o clima entre banda e o falso gargarejo; finalmente, a entrada/saída muito estreita: reformando isso, o estádio do “clube mais simpático do país” terá o melhor espaço para shows da cidade.
Confiram MINHAS FOTOS via FLICKR. Só, por favor, ignorem a crise de pressão baixa que tive logo após a palhinha do NENHUM DE NÓS. Quanto a isso, felizmente fiquei bem após 250 ml de soro graças ao pronto, simpático e atento atendimento dos paramédicos – gente muito do bem, que me deixou inteiro pra curtir todo o show.
Gravei em vídeo (daí a comprovação da excelente qualidade do som, pois minha câmera digital não é lá essas coisas, além de eu já ter assistido no site oficial) trechos de MAN-SIZED WREATH (acho que só eu sabia cantar todas as músicas do Accelerate, pois adorei o álbum), DRIVE e IT’S THE END OF THE WORLD AS WE KNOW IT (AND I FEEL FINE). Mas o YOUTUBE tava dando pau na hora do upload. Mais tarde tento outra vez.
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