MARADONA REVERENCIA RONALDINHO
O verdadeiro tamanho de um homem se mede através do seu desprendimento através de gestos de atenção, carinho, respeito, alegria e engajamento. DIEGO ARMANDO MARADONA foi um verdadeiro craque. Hoje, ele é embaixador informal do esporte argentino sem ganhar um centavo sequer para torcer, encorajar, divertir e emocionar a todos com a sua história pessoal de altos e baixos.
Apesar de possuir uma população equivalente a apenas 1/6 da população brasileira e de viver um momento econômico muito pior do que o nosso, ainda assim a educação pública e privada além da margem ocidental do PRATA na área delimitada pelos ANDES, pela PAMPA e pela PATAGÔNIA antigamente conhecida como TIERRA DE LA PLATA.
E é a essa multidão de fala castelhana e de reações altamente dramáticas que DOM DIEGO representa. Ele não apenas significa muito para toda uma nação como também essa nação é tudo para ele.
Um dos vários párias a quem a bola deu o privilégio de tornar-se cavaleiro.
REY, DIÓS… Ele merece cada um dos superlativos pelos quais é chamado. Poderia ter apenas acenado de longe para os brasileiros ou até mesmo os ignorado. Mas não: ele foi BEIJAR A MÃO DE RONALDINHO (foto acima). Ele não beijou a mão de RIQUELME, do seu amado BOCA, nem de MESSI, a bola da vez do futebol mundial (na minha opinião, mais jogador do que o português CRISTIANO RONALDO).
Infelizmente, não podemos dizer o mesmo do supostamente melhor de todos os tempos: de sua dupla personalidade, parece que a do anjo PELÉ foi vencida pelas mazelas humanas que assolam o EDSON, que foi o que sobrou dele.
Uma pena.



