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	<title>Comentários sobre: COMUNICAÇÃO COMPARADA E DESCONSTRUÇÃO</title>
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	<description>ciberativismo sociabilidade política crítica da mídia corporativa futebol</description>
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		<title>Por: Hélio Sassen Paz</title>
		<link>http://heliopaz.wordpress.com/2008/06/25/comunicacao-comparada-e-desconstrucao/comment-page-1/#comment-5313</link>
		<dc:creator>Hélio Sassen Paz</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 26 Jun 2008 13:40:38 +0000</pubDate>
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		<description>Oi, Cláudia!

É exatamente isso: hoje, não existe 50%-50% de veículos com o mesmo alcance, a mesma tiragem e auto-exposição ideológica clara. Caso isso existisse, evitar-se-ia certa ingenuidade ou até mesmo irresponsabilidade da esquerda ao defender seus interesses e (o que é mais importante na atualidade), acabaria com o partidarismo destrutivo e com a mentira descarada da mídia de direita, tornando-a tão fiscalizadora quanto uma boa mídia de esquerda.

Sem regulamentar essa paridade e sem uma nova Lei de Imprensa que responsabilize quem mentir ou omitir e sem que donos de concessões e até três gerações para cima e para baixo possam candidatar-se a cargos eletivos em qualquer esfera, nada nunca irá mudar.

[]&#039;s e :*
Hélio</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Oi, Cláudia!</p>
<p>É exatamente isso: hoje, não existe 50%-50% de veículos com o mesmo alcance, a mesma tiragem e auto-exposição ideológica clara. Caso isso existisse, evitar-se-ia certa ingenuidade ou até mesmo irresponsabilidade da esquerda ao defender seus interesses e (o que é mais importante na atualidade), acabaria com o partidarismo destrutivo e com a mentira descarada da mídia de direita, tornando-a tão fiscalizadora quanto uma boa mídia de esquerda.</p>
<p>Sem regulamentar essa paridade e sem uma nova Lei de Imprensa que responsabilize quem mentir ou omitir e sem que donos de concessões e até três gerações para cima e para baixo possam candidatar-se a cargos eletivos em qualquer esfera, nada nunca irá mudar.</p>
<p>[]&#8217;s e :*<br />
Hélio</p>
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		<title>Por: claudia cardoso</title>
		<link>http://heliopaz.wordpress.com/2008/06/25/comunicacao-comparada-e-desconstrucao/comment-page-1/#comment-5312</link>
		<dc:creator>claudia cardoso</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 26 Jun 2008 02:15:43 +0000</pubDate>
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		<description>Assumir a parcialidade, a dizer a que veio, qual será a pauta escolhida é bem mais honesto, faz com que a população saiba o que irá encontrar em determinado veículo. Claro, a parcialidade associada àquilo que o Mino Carta bate insistentemente: a realidade factual como princípio básico do jornalismo, mais e a existência da pluralidade de opiniões, informação e entretenimento. 
Precisamos de novos agentes comunicacionais, novas empresas, novos formatos nas produções áudio-visuais. Precisamos de novo marco regulatório, do fim do monopólio e de mecanismos de participação direta via conselhos de comunicação ou o que for inventado. E muito investimento público na formação do povo, bem como na formulação de políticas públicas de comunicação.
Desconstruir, desvelar, denunciar o que aí está, mas com a necessidade de anunciar o novo potencialmente mais criativo e mais cidadão, coisas que se dão na diversidade assumidamente parcial. :-)</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Assumir a parcialidade, a dizer a que veio, qual será a pauta escolhida é bem mais honesto, faz com que a população saiba o que irá encontrar em determinado veículo. Claro, a parcialidade associada àquilo que o Mino Carta bate insistentemente: a realidade factual como princípio básico do jornalismo, mais e a existência da pluralidade de opiniões, informação e entretenimento.<br />
Precisamos de novos agentes comunicacionais, novas empresas, novos formatos nas produções áudio-visuais. Precisamos de novo marco regulatório, do fim do monopólio e de mecanismos de participação direta via conselhos de comunicação ou o que for inventado. E muito investimento público na formação do povo, bem como na formulação de políticas públicas de comunicação.<br />
Desconstruir, desvelar, denunciar o que aí está, mas com a necessidade de anunciar o novo potencialmente mais criativo e mais cidadão, coisas que se dão na diversidade assumidamente parcial. :-)</p>
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